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SEGUNDO DOMINGO DO ADVENTO – ANO C (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, enquanto celebramos o segundo domingo do Advento, somos chamados, mais uma vez, à conversão (cf. Lc 3,1-6). Abramos o nosso coração para receber o Senhor que realmente vem.

Antes de tudo, vamos nos lembrar que, de fato, esperamos a vinda de Jesus Cristo: Aquele que veio na humildade, vem no mistério da Sua Graça e virá na Glória. Ou seja, preparamo-nos, celebrando o Natal do Senhor, para nosso encontro definitivo com Ele. Não fazemos teatro, mas o esperamos realmente. E, por isso, precisamos nos preparar e acolher a Sua presença no hoje de nossas vidas.

“Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘preparai o caminho do Senhor!’” (Lc 3,4), no downloaddeserto do nosso coração que não encontra sentido neste mundo (se o enxergamos sem transcendência, fechado em si mesmo) está escondida uma Presença, percebida através da Sua voz que nos chama, porque nos ama. A que esta voz nos chama? A uma mudança que abarca todos os aspectos da nossa vida: “Despe ó Jerusalém, a veste de luto e de aflição, e reveste, para sempre, os adornos da glória vinda de Deus” (Br 5,1 – primeira leitura). E, assim, para responder positivamente, precisamos estar dispostos a morrer para a morte e viver para a vida.

Ou seja, nós, que estamos mortos em nossos pecados, somos chamados a revestir-nos da glória de Deus. Pois bem, façamos a nossa parte, abramos o nosso coração e nos esforcemos de verdade porque Deus é fiel e a sua misericórdia não nos faltará. “Tenho a certeza de que aquele que começou em vós uma boa obra, há de levá-la à perfeição até ao dia de Cristo Jesus” (Fl 1,6 – segunda leitura).

Peçamos, que a Imaculada e sempre Virgem Maria, nossa Mãe, nos ajude com sua intercessão a nunca desanimarmos de seguir o caminho de Deus. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

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PRIMEIRO DOMINGO DO ADVENTO – ANO C (Pe. Lucas, scj).

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Caros irmãos, iniciando um novo ano litúrgico, celebramos o primeiro domingo do Advento no qual nosso Senhor Jesus Cristo nos chama à esperança. Rezemos e nos deixemos transformar pela advertência que ele nos dá (cf. Lc 21, 25-28.34-36).

Precisamos, antes de tudo, reconhecer que nossa vida é um advento. Pois tudo desta vida, inclusive a existência mesma, é passageiro e tem um fim. Assim, por um lado, image005sempre esperamos que algo bom possa vir desse constante suceder-se. Mas, por outro lado, percebemos como tudo é sempre breve. Portanto, é uma ilusão viver neste mundo como se ele não fosse passageiro. E dessa tentação o Senhor nos previne quando nos adverte: “Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis por causa da gula, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia [final] não caia de repente sobre vós” (Lc 21,34).

É claro, temos aquelas pequenas esperanças dentro de nós que nos colocam em movimento a cada dia e não nos deixam cair em desespero. Mas, porque elas também passam, precisamos de algo realmente estável para firmar nossa confiança. E, de fato, existe uma grande esperança que é firme e indestrutível; que é capaz de dar um sentido mais profundo a todas as outras e a tudo o mais: Jesus Cristo, vivo e ressuscitado.

Ele é a luz que brilha nas trevas e nos chama do desespero à alegria de uma vida cheia de sentido. Jesus, nossa salvação, que abre os nossos olhos para o real valor de todas as coisas – inclusive da cruz – e nos ajuda a encarar a vida não fechada em si mesma, mas aberta à eternidade que veio, vem e virá. E, no evangelho de hoje, encontramos, nas suas palavras, qual deve ser a nossa postura: “ficai atentos e orai a todo momento” (Lc 21,36a). se estivermos atentos à nossa relação com o Senhor em todos os momentos, encontraremos a rocha inabalável que nos dá a firmeza necessária para vivermos bem.

Peçamos, assim, que, pela intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, nossa Mãe, nosso modelo dos que esperam em Deus, o Senhor nos mostre seus caminhos (cf. Sl 24,4). À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, no último domingo do ano litúrgico, celebramos sempre a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Meditemos sobre este mistério a partir do santo evangelho para identificarmos um modo pelo qual podemos nos pôr sob o reinado do Bom Pastor (cf. Jo 18,33b-37).

O mistério que celebramos neste domingo nos faz entrar em contato com uma realidade SCJmuito profunda: Deus governa o mundo e a história. Podemos dizer que é uma verdade profunda porque, apesar de ser a própria sustentação de todo que existe, parece difícil crer que o Amor conduz tudo quando, muitas vezes, o que salta aos nossos olhos se parece com um triunfo do mal. Parece. Mas sabemos que a glória e a salvação de nosso Senhor se manifestaram justamente no meio das trevas mais densas.

Assim, crendo no reinado de Jesus Cristo sobre todo o universo se nos impõe uma pergunta: como podemos nos submeter a Ele? Como nos colocarmos debaixo de seu jugo suave e leve? A resposta nos é dada pelo próprio Senhor no diálogo derradeiro com Pilatos: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz” (Jo 18,37).

A busca da dependência a Jesus Cristo ou da entrada no seu Reino é um caminho claro de San Jose Sanchez del Ríobusca e submissão à Verdade – que, em última análise, é Ele próprio (cf. Jo 14,6). Isso nos leva necessariamente à saída do nosso egoísmo, ou seja, a não julgarmos as coisas simplesmente a partir daquilo que mais nos agrada ou parece mais fácil, mas da realidade mesma e, portanto, das coisas como elas são. E podemos provar da beleza mais encantadora justamente quando a verdade, a realidade, se impõe como um raio de sol que rompe uma cortina de fumaça e acaba com a escuridão dando luz e sentido à nossa vida com suas alegrias e vitórias, dores e fracassos.

Peçamos, assim, que a Bem-aventurada Virgem Maria, nossa Mãe, nos guie sendo nosso modelo de submissão total à vontade do Pai e nossa fiel intercessora. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, o fim do ano litúrgico se aproxima e, assim, o trigésimo terceiro Domingo do Tempo Comum nos convida a refletirmos sobre o mistério do fim dos tempos (cf. Mc 13,24-32). Peçamos ao Senhor que renove em nós a Esperança de nos unirmos definitivamente a Ele.

Embora não saibamos quando acontecerá o fim da história, sabemos que ela sucederá icone(cf. Mc 13,32; CEC 1048). Mais ainda: independente de sabermos qual será o dia da Parusia, devemos considerá-la iminente (cf. CEC 673); até porque é certo que nos encontraremos com Cristo, Senhor e Juiz, no dia da nossa morte. Então, por um lado, isso nos põe em condição de expectativa e, por outro, nos ajuda a reorganizar a escala de valores que norteia nossas escolhas.

Em relação à nossa escala de valores, a meditação sobre a morte e o fim dos tempos nos ajuda a não colocarmos nossa esperança fundamental em coisas que não são capazes de sustentá-la. Em outras palavras: devemos nos recordar sempre o que diz o Apóstolo na primeira aos coríntios (7,31): “a figura deste mundo passa”. Podemos fazer más escolhas se não considerarmos o fato de que esta nossa vida tem um fim (a morte) e uma finalidade (o Senhor). Mas, se estivermos atentos aos sinais da sua presença (cf. Mt 13,28-29 – Evangelho), podemos construir, com sua Graça, um caminho que lhe agrade.

E é justamente nesta realidade mais fundamental que ordenamos nossa vida como um período de espera pelo Senhor Jesus que vem. Na esperança que brota da fé, buscamos viver nossos dias neste mundo como um servo que espera a volta daquele a quem pertencem todas as coisas: enfrentamos nossos desafios e problemas, mas também vivemos nossas alegrias, pois sabemos que Ele nos quer dar muito mais.

Peçamos, assim, que o Cristo derrame em nós o Espírito Santo e nos encha de esperança a fim de que vivamos nossa vida de maneira a agradar nosso Pai que está nos céus. Que a Bem-aventurada Virgem Maria, nossa Mãe, seja nosso modelo de humanidade esperançosa. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

 

CEC: Catecismo da Igreja católica.

XXXII DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, ao celebrarmos o trigésimo segundo Domingo do Tempo Comum contemplaremos o elogio do Senhor à oferta da viúva (cf. Mc 12,38-44). Abramos o nosso coração para que Ele nos conduza no caminho da generosidade.

Podemos nos guiar, para nossa oração em três pontos: o primeiro, Deus vê o coração. Apesar da aparente bondade e beleza da vida dos doutores da lei, a maldade da sua downloadintenção corrompe tudo o que poderia haver de bom para si mesmos (cf. Mc 12,38-40). E isso nos leva diretamente ao segundo ponto: a intenção conta mais que a materialidade da ação. Isso não significa, de modo algum, que um ato mau pode se tornar bom se feito com uma boa intenção. Mas, a má intenção corrompe um ato exteriormente bom. Assim, devemos estar atentos ao que nos motiva, porque nosso Senhor, que vê nosso coração e não pode ser enganado, se importa verdadeiramente com isso.

Enfim, chegamos ao terceiro ponto: a generosidade abre as portas da nossa vida para a ação de Deus. A oferta da viúva é materialmente uma coisa muito pequena, mas porque é de uma generosidade singular – ela “ofereceu tudo aquilo que possuía para viver” (cf. Mc 12,44) – abre as portas de sua vida para que o Senhor aja. Ele nos quer por inteiro e não em partes. Como nos recordou Santa Teresinha, nós somos realmente pobres e nada podemos oferecer que não nossa pobreza. Mas se lhe oferecermos com generosidade as ações aparentemente insignificantes do nosso dia a dia, seu Amor poderoso impulsiona nosso coração e, assim, também nós nos tornamos capazes de amar extraordinariamente.

Que nossa Mãe do Céu, a Bem-aventurada Virgem Maria nos sustente e nos ajude a nos oferecermos sem reservas a Deus. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, neste domingo a Igreja no Brasil celebra a Solenidade de Todos os Santos, transferida da última quinta-feira. Oportunamente, a liturgia nos convida à contemplação dos santos como nossos intercessores e modelos: aqueles que nos mostram o que somos chamados a ser e, com sua intercessão, nos ajudam no caminho da santidade. Meditemos um pouco sobre este mistério.

O nosso primeiro e, por assim dizer, mais imediato relacionamento com os santos é do de pedir sua ajuda em nossas diversas necessidades. Trata-se da intercessão que se baseia Ícone - Comunhão dos Santosno mistério da comunhão dos santos que professamos crer toda vez que rezamos um dos símbolos da fé [1]. Mas esta realidade não esgota nossa relação com os santos. Ademais, abre-nos para uma dimensão à qual devemos dar maior atenção.

O Concílio Vaticano II nos lembrou que “os cristãos de qualquer estado ou ordem são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade” [2]. Ou seja, todos somos vocacionados à santidade. Na liturgia, essa realidade está expressa na grande multidão que está de pé diante do trono do Cordeiro (cf. Ap 7,2-4.9-14 – segunda leitura). Assim, mais que intercessores, os santos representam nosso modelo, pois viveram bem o projeto ao qual o Senhor os chamou, e nos mostram qual o fim da nossa vida: a santidade.

Temos uma bela expressão desta vida no Sermão da Montanha, iniciado com as bem-aventuranças (cf. Mt 5,1-12a – Evangelho). Mais uma vez, por um lado, estamos diante de um texto que nos desmascara e nos mostra como somos fracos para viver a vontade de Deus. Mas, por outro lado, nossos intercessores são testemunhas de que é possível viver em santidade! Como? Se deixarmos o Senhor agir em nós, ou seja, se formos filhos no Filho (cf. 1Jo 3,1-3 – segunda leitura).

Portanto, é Jesus que, vivendo em nós, nos faz santos – nos transforma e nos capacita para a santidade. E, em cada um dos santos de nossa devoção, vemos o Jesus vivente. Peçamos, enfim, que a Bem-aventurada Virgem Maria, Rainha do Céu, interceda por nós a fim de vivermos bem nossa vocação à santidade.

À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

 

[1] Sobre a intercessão dos santos:

Catecismo da Igreja Católica, n. 946-959.

Veja também: < https://padrepauloricardo.org/episodios/culto-aos-santos-e-suas-imagens >.

[2] Constituição Dogmática Lumen Gentium, n. 40.

Sobre a vocação universal à santidade: < https://padrepauloricardo.org/episodios/50-anos-do-concilio-vaticano-ii-vocacao-universal-a-santidade >.

MORRAMOS COM CRISTO, PARA VIVERMOS COM ELE

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Do Livro de Santo Ambrósio, bispo, sobre a morte de seu irmão Sátiro.

Vemos que também a morte pode ser lucro e a vida ser castigo. Por isso Paulo afirma: Para mim, viver é Cristo e morrer é lucro. Que é Cristo, senão morte do corpo e espírito de vida? Morramos, pois, com Ele, para vivermos com Ele. Seja nosso exercício diário o amor da morte, a fim de que a nossa alma, pelo afastamento dos desejos corpóreos, aprenda a elevar-se para as alturas, onde o prazer terreno não pode chegar nem atraí-la a si, e assim receba a imagem da morte para não incorrer no castigo Novgorod, Russia sec 15da morte. A lei da carne contradiz a lei do espírito e quer submetê-la à lei do erro. Qual será o remédio para isto? Quem me libertará do meu corpo mortal? A graça de Deus por Jesus Cristo Nosso Senhor.

Temos médico, apliquemos o remédio. O nosso remédio é a graça de Cristo, e o corpo mortal é o nosso próprio corpo. Por conseguinte, afastemo-nos do corpo para não nos afastarmos de Cristo. Embora vivamos no corpo, não sigamos o que é do corpo nem nos sujeitemos às exigências da natureza, mas prefiramos os dons da graça.

Que mais ainda? O mundo foi resgatado pela morte de um só. Cristo podia não ter morrido, se quisesse; mas julgou que não devia fugir à morte, como se fosse inútil; antes, considerou-a como o melhor meio para nos salvar. A sua morte foi, portanto, a vida de todos. Recebemos o sinal sacramental da sua morte, anunciamos a sua morte na oração, proclamamos a sua morte na Eucaristia; a sua morte é vitória, é sacramento, é solenidade anual em todo o mundo.

Que diremos ainda da sua morte, depois de mostrarmos, com o exemplo divino, que só a morte conseguiu a imortalidade e se redimiu a si própria? Não devemos, pois, chorar a morte que é a causa da salvação universal; não devemos fugir à morte que o Filho de Deus não desprezou nem evitou.

Sem dúvida, a morte não fazia parte da natureza, mas tornou-se natural; porque Deus não instituiu a morte ao princípio, mas deu-a como remédio. Condenada pelo pecado a um trabalho contínuo e a lamentações insuportáveis, a vida dos homens começou a ser miserável. Deus teve de pôr fim a estes males, para que a morte restituísse o que a vida tinha perdido. Com efeito, a imortalidade seria mais penosa que benéfica, se não fosse promovida pela graça.

A nossa alma aspira a sair do estreito círculo desta vida, a libertar-se do peso deste corpo terreno e a caminhar para aquela assembleia eterna onde só chegam os santos, para aí cantar o louvor de Deus, como cantam, segundo a leitura profética, os celestes tocadores da cítara: Grandes e admiráveis são as vossas obras, Senhor Deus omnipotente; justos e verdadeiros são os vossos caminhos, ó Rei das nações. Quem não há-de temer e glorificar o vosso nome? Porque só Vós sois santo, e todos os povos virão adorar-Vos. A nossa alma deseja partir deste mundo para contemplar as vossas núpcias eternas, ó Jesus, nas quais, por entre o cântico jubiloso de todos os eleitos, a Esposa é acompanhada da terra ao Céu – a Vós acorrerão todos os homens – já não sujeita ao mundo, mas unida ao Espírito.
Era isto que o santo David desejava, acima de tudo, contemplar e admirar, quando dizia: Uma só coisa peço ao Senhor, por ela anseio: habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para viver na alegria do Senhor.

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