ultimaceia

Caros irmãos, neste domingo, ao celebrarmos o vigésimo primeiro Domingo do Tempo Comum, retomamos, para nossa oração e meditação, o capítulo sexto do Evangelho segundo São João (cf. Jo 6,60-69), que havíamos deixado para celebrar a Assunção de Nossa Senhora. E retornamos para este magnífico texto em um momento dramático: ao revelar a realidade da Eucaristia, Jesus encontra corações fechados. Aproximemo-nos, então, da Palavra de Deus para nos alimentarmos verdadeiramente.

É verdade que os judeus já haviam se escandalizado quando o Senhor revelou ser Ele próprio o alimento da vida eterna (cf. Jo 6,52). Mas, ao afirmar a radicalidade da sua doação tal qual a encontramos na Divina Eucaristia, Cristo vê MUITOS de seus discípulos o deixarem dizendo: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” (Jo 6,60). E, precisamos admitir, as palavras de Jesus, não só sobre o Santíssimo Sacramento, mas muitas vezes, são duras. Parecem até insuportáveis…

Então, precisamos encarar a pergunta que Ele fez aos Doze: “Vós também vos quereis ir embora?” (Jo 6,67). Meus irmãos, reconheçamos que não é preciso sair visivelmente da Igreja para virar as costas ao Senhor e ir embora. Como é fácil ceder à tentação de moldá-lo à nossa maneira. Quantos “católicos” vivem hoje um catolicismo à sua maneira? Quantas vezes nós mesmos buscamos viver nossa religião não a partir da fé de 2000 anos, mas a partir de nossos próprios interesses e/ou caprichos?

Porém, S. Pedro nos indica o caminho – nos dá as palavras para que nossa resposta seja precisa: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus” (Jo 6,68-69). De que adiantaria viver uma religião falsa e não a verdadeira fé da Igreja de Deus? O que lucraremos seguindo um Jesus falso? No fim das contas, o peso de seguir Jesus Cristo vivo e ressuscitado é muito – mas muito mesmo – mais leve do que, depois de empenhar a vida numa direção, descobrir que nos gastamos por uma mentira.

Que a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Eucaristia, nos ajude a reconhecer sempre a luz da Verdade que brilha no meio das trevas do erro e do pecado.

Caros irmãos, neste domingo, ao celebrarmos o vigésimo primeiro Domingo do Tempo Comum, retomamos, para nossa oração e meditação, o capítulo sexto do Evangelho segundo São João (cf. Jo 6,60-69), que havíamos deixado para celebrar a Assunção de Nossa Senhora. E retornamos para este magnífico texto em um momento dramático: ao revelar a realidade da Eucaristia, Jesus encontra corações fechados. Aproximemo-nos, então, da Palavra de Deus para nos alimentarmos verdadeiramente.

É verdade que os judeus já haviam se escandalizado quando o Senhor revelou ser Ele próprio o alimento da vida eterna (cf. Jo 6,52). Mas, ao afirmar a radicalidade da sua doação tal qual a encontramos na Divina Eucaristia, Cristo vê MUITOS de seus discípulos o deixarem dizendo: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” (Jo 6,60). E, precisamos admitir, as palavras de Jesus, não só sobre o Santíssimo Sacramento, mas muitas vezes, são duras. Parecem até insuportáveis…

Então, precisamos encarar a pergunta que Ele fez aos Doze: “Vós também vos quereis ir embora?” (Jo 6,67). Meus irmãos, reconheçamos que não é preciso sair visivelmente da Igreja para virar as costas ao Senhor e ir embora. Como é fácil ceder à tentação de moldá-lo à nossa maneira. Quantos “católicos” vivem hoje um catolicismo à sua maneira? Quantas vezes nós mesmos buscamos viver nossa religião não a partir da fé de 2000 anos, mas a partir de nossos próprios interesses e/ou caprichos?

Porém, S. Pedro nos indica o caminho – nos dá as palavras para que nossa resposta seja precisa: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus” (Jo 6,68-69). De que adiantaria viver uma religião falsa e não a verdadeira fé da Igreja de Deus? O que lucraremos seguindo um Jesus falso? No fim das contas, o peso de seguir Jesus Cristo vivo e ressuscitado é muito – mas muito mesmo – mais leve do que, depois de empenhar a vida numa direção, descobrir que nos gastamos por uma mentira.

Que a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Eucaristia, nos ajude a reconhecer sempre a luz da Verdade que brilha no meio das trevas do erro e do pecado.

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