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QUARTO DOMINGO DA QUARESMA – ANO C (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, neste domingo quaresmal da alegria, a Liturgia nos dá a oportunidade de rezar com a conhecida parábola do filho pródigo (cf. Lc 15,1-3.11-32). Sem dúvida, trata-se de uma das páginas mais belas e essenciais de toda a Sagrada Escritura. Certamente, já nos colocamos muitas vezes diante deste texto; além disso, muitos livros já foram escritos sobre este trecho evangélico. Assim, quero apenas sublinhar três aspectos para a filhoprodigonossa reflexão: a busca de Deus, a identidade do filho mais novo e a festa do retorno. Que a alegria do céu motive nos sustente em nosso caminho de conversão.

O primeiro aspecto não será proclamado na liturgia: são as duas primeiras partes da parábola – a ovelha e a moeda perdidas – que mostram claramente que esta história de amor e reconciliação não começam com o perdido, mas com Aquele que perdeu. Deus é bom e não fica indiferente àquele que se perde, mas vai ao seu encontro: busca, chama e até carrega nos ombros (cf. Lc 15,4-10). Quando pensamos em buscá-lo, Ele já estava há muito à nossa procura.

E assim, chegamos ao segundo: aquele jovem começa o caminho do retorno à casa paterna caindo em si (cf Lc 15,17): ele se lembrou que é filho; que tem um Pai; e que este tem um lar onde até os servos tem pão com fartura. Quantos de nós queremos nos convencer a todo custo que a comida dos porcos é o melhor que podemos ter nesta vida e que Deus, então, não é um Pai misericordioso, mas é um grande estraga-prazeres que só quer o nosso mal? Ver as coisas como elas são e dar-se conta da realidade é o fundamento da decisão de voltar para casa. Sim, é verdade: não existe paz longe do Senhor e depender absolutamente do Pai não é uma opressão, pelo contrário, mas a grande e radical libertação.

Por fim, o terceiro aspecto: o Cordeiro foi imolado para uma festa, a celebração da Páscoa: “Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado” (Lc 15,24). Irmãos, se nos deixarmos reconciliar com Deus (cf. 2Cor 5,20 – segunda leitura), as festas que se aproximam não serão apenas a memória do que aconteceu com Jesus, nosso Senhor, mas uma realidade mesma em nosso coração. Nossa conversão é, sim, um grande milagre que produz festa e alegria na nossa casa que é o céu.

Que a bem-aventurada Virgem Maria, Rainha dos anjos, interceda por nossa conversão. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

O SACRAMENTO DA NOSSA RECONCILIAÇÃO

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AnunciacaoDas Cartas de São Leão Magno, papa.

A humildade foi assumida pela majestade, a fraqueza, pela força, a mortalidade, pela eternidade. Para saldar a dívida de nossa condição humana, a natureza impassível uniu-se à natureza passível. Deste modo, como convinha à nossa recuperação, o único mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, podia submeter-se à morte através de sua natureza humana e permanecer imune em sua natureza divina.

Por conseguinte, numa natureza perfeita e integral de verdadeiro homem, nasceu o verdadeiro Deus, perfeito na sua divindade, perfeito na nossa humanidade. Por “nossa humanidade” queremos significar a natureza que o Criador desde o início formou em nós, e que assumiu para renová-la. Mas daquelas coisas que o Sedutor trouxe, e o homem enganado aceitou, não há nenhum vestígio no Salvador; nem pelo fato de se ter irmanado na comunhão da fragilidade humana, tornou-se participante dos nossos delitos.

Assumiu a condição de escravo, sem mancha de pecado, engrandecendo o humano, sem diminuir o divino. Porque o aniquilamento, pelo qual o invisível se tornou visível, e o Criador de tudo quis ser um dos mortais, foi uma condescendência da sua misericórdia, não uma falha do seu poder. Por conseguinte, aquele que, na sua condição divina se fez homem, assumindo a condição de escravo, se fez homem.

Entrou, portanto, o Filho de Deus neste mundo tão pequeno, descendo do trono celeste, mas sem deixar a glória do Pai; é gerado e nasce de modo totalmente novo. De modo novo porque, sendo invisível em si mesmo, torna-se visível como nós; incompreensível, quis ser compreendido;existindo antes dos tempos, começou a existir no tempo. O Senhor do universo assume a condição de escravo, envolvendo em sombra a imensidão de sua majestade; o Deus impassível não recusou ser homem passível, o imortal submeteu-se às leis da morte.

Aquele que é verdadeiro Deus, é também verdadeiro homem; e nesta unidade nada há de falso, porque nele é perfeita respectivamente tanto a humanidade do homem como a grandeza de Deus.

Nem Deus sofre mudança com esta condescendência da sua misericórdia nem o homem é destruído com sua elevação a tão alta dignidade. Cada natureza realiza, em comunhão com a outra, aquilo que lhe é próprio: o Verbo realiza o que é próprio do Verbo, e a carne realiza o que é próprio da carne.

A natureza divina resplandece nos milagres, a humana, sucumbe aos sofrimentos. E como o Verbo não renuncia à igualdade da glória do Pai, também a carne não deixa a natureza de nossa raça.

É um só e o mesmo – não nos cansaremos de repetir – verdadeiro Filho de Deus e verdadeiro Filho do homem. É Deus, porque no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus: e o Verbo era Deus. É homem, porque o Verbo se fez carne e habitou entre nós (Jo 1,1.14).

TERCEIRO DOMINGO DA QUARESMA – ANO C (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, o tempo da Quaresma já vai adiantado e neste terceiro domingo temos a oportunidade de rezar com a parábola da figueira, de acordo com o evangelho de São Lucas (cf. Lc 13,1-9). Aproximemo-nos do texto com o coração aberto deixando que o Senhor nos inspire e nos sustente em nosso caminho de conversão.

Antes de tudo, coloquemos a parábola em seu contexto: Jesus a conta num diálogo com aqueles que lhe trouxeram a notícia de uma crueldade de Pilatos. A este fato, o próprio 03Mar - A Figueira EstérilSenhor adiciona a recordação de um acidente. Tudo isso nos ajuda a ter uma postura mais adequada em nosso discipulado. Pois, diante das mais inúmeras e diversas crueldades ou catástrofes que chegam ao nosso conhecimento, a primeira reação é justamente perguntar-se pelas suas causas – não só num nível material, mas espiritual: por que Deus permitiu isso?

Mas aqui, com a parábola da figueira (Lc 13,6-9), o Senhor nos chama atenção, primeiro, para o fato de que nossa vida neste mundo é muito frágil e que, desta forma, também nós poderemos morrer improvisamente. Deixemo-nos interpelar verdadeiramente: se hoje precisássemos nos apresentar diante de Deus para nos submeter ao seu justo juízo, estaríamos preparados para fazê-lo?

E, segundo, como necessária consequência do anterior, temos o tempo como dom da Misericórdia do Pai. Se estamos aqui é justamente porque a longanimidade do Senhor nos concede a renovada oportunidade de darmos frutos na Sua Graça, como escreveu Santa Teresinha em uma de suas poesias: “A minha vida é um só instante, uma hora passageira / A minha vida é um só dia que me escapa e me foge / Tu sabes, ó meu Deus! Para amar-Te na terra / Só tenho o dia de hoje!”.

Que a bem-aventurada Virgem Maria interceda por nós a fim de que esta não seja apenas mais uma Quaresma, mas aquela na qual não só nos (re)encontramos com o Senhor, mas também nos voltamos a Ele de todo o coração. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

GUARDA FIEL E PROVIDENTE

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Dos Sermões de São Bernardino de Sena, presbítero.

É esta a regra geral de todas as graças especiais concedidas a qualquer criatura racional: quando a providência divina escolhe alguém para uma graça particular ou estado superior, também dá à pessoa assim escolhida todos os carismas necessários para o exercício de sua missão.

Isto verificou-se de forma eminente em São José, pai adotivo do Senhor Jesus Cristo e downloadverdadeiro esposo da rainha do mundo e senhora dos anjos. Com efeito, ele foi escolhido pelo Pai eterno para ser o guarda fiel e providente dos seus maiores tesouros: o Filho de Deus e a Virgem Maria. E cumpriu com a máxima fidelidade sua missão. Eis por que o Senhor lhe disse: Servo bom e fiel! Vem participar da alegria do teu Senhor! (Mt 25,21).

Consideremos São José diante de toda a Igreja de Cristo: acaso não é ele o homem especialmente escolhido,por quem e sob cuja proteção se realizou a entrada de Cristo no mundo de modo digno e honesto? Se, portanto, toda a santa Igreja tem uma dívida para com a Virgem Mãe, por ter recebido a Cristo por meio dela, assim também, depois dela, deve a São José uma singular graça e reverência.

Ele encerra o Antigo Testamento; nele a dignidade dos patriarcas e dos profetas obtém o fruto prometido. Mas ele foi o único que realmente possuiu aquilo que a bondade divina lhes tinha prometido.

E não duvidemos que a familiaridade, o respeito e a sublimíssima dignidade que Cristo lhe tributou, enquanto procedeu na terra como um filho para com seu pai, certamente também nada disso lhe negou no céu, mas antes, completou e aperfeiçoou. Por isso, não é sem razão que o Senhor lhe declara: Vem participar da alegria do teu Senhor! Embora a alegria da felicidade eterna penetre no coração do homem, o Senhor preferiu dizer: Vem participar da alegria. Quis assim insinuar misteriosamente que a alegria não está só dentro dele, mas o envolve de todos os lados e o absorve e submerge como um abismo sem fim.

Lembrai-vos de nós, São José, e intercedei com vossas orações junto de vosso Filho adotivo; tornai-nos também propícia vossa Esposa, a santíssima Virgem, mãe daquele que vive e reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos sem fim. Amém.

MOISÉS E CRISTO

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transfiguração

Das Catequeses de São João Crisóstomo, bispo.

Os judeus viram milagres. Tu também verás, maiores e mais estupendos do que os do tempo em que os judeus saíram do Egito. Não viste o Faraó afogado no mar com seu exército, mas viste o demônio tragado pelas ondas com as suas armas. Os judeus passaram o Mar Vermelho, tu passaste para além da morte. Eles foram libertados dos egípcios e tu, do poder dos demônios. Eles escaparam da escravidão do estrangeiro e tu, escapaste da escravidão muito mais triste do pecado.

Queres ainda mais provas de que foste honrado com favores maiores? Os judeus não puderam contemplar o rosto resplandecente de Moisés, que era homem como eles e servo do mesmo Senhor; tu, porém, viste a glória do rosto de Cristo. E Paulo exclama: Todos nós, com o rosto descoberto, contemplamos a glória do Senhor (2Cor 3,18).

Os judeus tinham Cristo que os seguia; mas agora ele nos segue de modo muito mais real. Então o Senhor os acompanhava por causa de Moisés; agora nos acompanha não só por causa de Moisés, mas também por nossa obediência. Os judeus, depois do Egito, encontraram o deserto; tu, depois da morte, encontrarás o céu. Em Moisés eles tinham um guia e chefe excelente; nós temos como chefe e guia o novo Moisés, que é o próprio Deus.

Qual era a característica de Moisés? Moisés,diz a Escritura, era um homem muito humilde, mais do que qualquer outro sobre a terra (Nm12,3). Esta qualidade podemos sem erro atribuí-la ao nosso Moisés, porque é assistido pelo suavíssimo Espírito que lhe é intimamente consubstancial. Moisés, erguendo as mãos ao céu, fazia cair o maná, o pão dos anjos; o nosso Moisés ergue as mãos ao céu e nos dá o alimento eterno. Aquele feriu a rocha e fez brotar torrentes de água; este toca na mesa, a mesa espiritual, e faz jorrar as fontes do Espírito. Por isso, a mesa está colocada no meio, como uma fonte, para que de todos os lados acorram os rebanhos à fonte e bebam das águas da salvação.

Uma vez que nos é dada uma tal fonte, um manancial de vida tão abundante, uma vez que a nossa mesa está repleta de bens inumeráveis e nos inunda com seus dons espirituais, aproximemo-nos de coração sincero e consciência pura, para alcançarmos graça e misericórdia no tempo oportuno. Pela graça e misericórdia do Filho único, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, por quem e com quem seja dada ao Pai e ao Espírito, fonte de vida, a glória, a honra e o poder, agora e para sempre, pelos séculos dos séculos. Amém.

 

SEGUNDO DOMINGO DA QUARESMA – ANO C (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, como todos os anos, no segundo domingo da Quaresma, rezamos com o evangelho da Transfiguração do Senhor. Neste ano, seguimos o relato de São Lucas (cf. Lc 9,28b-36). Acompanhemos Jesus que nos revela a glória à qual somos chamados.

É importante, antes de mais, recordarmos que, nos três evangelhos sinóticos, o relato da transfiguração está localizado logo depois da confissão de fé de São Pedro, da revelação da Paixão por parte de Jesus e do consequente convite a tomar a Cruz e segui-lo. Assim, o Ícone - Transfiguracaoevangelho de hoje é como uma referência ao ponto de chegada: nosso Senhor e Mestre nos quer levar à glória da Trindade e sabe que precisamos, desde o início, de ajuda para não desanimarmos com as dificuldades do caminho.

De fato, quem se limita a olhar as exigências que Jesus faz para seus discípulos pode desanimar por verificar corretamente que tudo isso está acima das capacidades humanas. Porém, com o relato da transfiguração o Senhor nos mostra que não só vai à frente indicando o caminho, mas que também é Ele quem dá o Espírito Santo e, com este, a capacidade para segui-lo. Isso fica claro na segunda leitura, na qual o Apóstolo diz que “Ele transformará o nosso corpo humilhado e o tornará semelhante ao seu corpo glorioso, com o poder que tem de sujeitar a si todas as coisas” (Fl 3,21).

Concretamente, da nossa parte, para recebermos este maravilhoso dom, devemos nos dispor através da oração. Afinal, “Jesus levou consigo Pedro, João e Tiago, e subiu à montanha para rezar” (cf. Lc 9,28) e foi “enquanto rezava” que Ele se transfigurou. Irmãos, que nossa oração não seja um monólogo, mas que, ao contrário, seja composta de momentos de profundo silêncio e comunhão para escutar o que o Senhor tem para nos dizer e a Ele nos unirmos cada vez mais.

Que a bem-aventurada Virgem Maria interceda por nós a fim de que cheguemos transfigurados pelo Espírito de Deus às festas pascais. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

AS INTERROGAÇÕES MAIS PROFUNDAS DO GÊNERO HUMANO

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Da Constituição pastoral Gaudium et Spes sobre a Igreja no mundo de hoje, do Concílio Vaticano II.

O mundo moderno apresenta-se simultaneamente poderoso e fraco, capaz do melhor e do pior; abre-se diante dele o caminho da liberdade ou da escravidão, do progresso ou da regressão, da fraternidade e do ódio. Por outro lado, o homem toma consciência de que depende dele a boa orientação das forças por ele despertadas e que podem oprimi-lo ou servi-lo. Eis por que se interroga a si mesmo.

Na verdade, os desequilíbrios que atormentam o mundo moderno estão ligados a um Vaticano II - Procissãodesequilíbrio mais profundo, que se enraíza no coração do homem.

No íntimo do próprio homem, muitos elementos lutam entre si. De um lado, ele experimenta, como criatura, suas múltiplas limitações; por outro, sente-se ilimitado em seus desejos e chamado a uma vida superior.

Atraído por muitas solicitações, é continuamente obrigado a escolher e a renunciar. Mais ainda: fraco e pecador, faz muitas vezes o que não quer e não faz o que desejaria. Em suma, é em si mesmo que o homem sofre a divisão que dá origem a tantas e tão grandes discórdias na sociedade.

Muitos, sem dúvida, que levam uma vida impregnada de materialismo prático, não podem ter uma clara percepção desta situação dramática; ou, oprimidos pela miséria, sentem-se incapazes de prestar-lhe atenção. Outros, em grande número, julgam encontrar satisfação nas diversas interpretações da realidade que lhes são propostas.

Alguns, porém, esperam unicamente do esforço humano a verdadeira e plena libertação da humanidade, e estão persuadidos de que o futuro domínio do homem sobre a terra dará satisfação a todos os desejos de seu coração.

Não faltam também os que, desesperando de encontrar o sentido da vida, louvam a audácia daqueles que, julgando a existência humana vazia de qualquer significado próprio, se esforçam por encontrar todo o seu valor apoiando-se apenas no próprio esforço.

Contudo, diante da atual evolução do mundo, cresce o número daqueles que formulam as questões mais fundamentais ou as percebem com nova acuidade. Que é o homem? Qual é o sentido do sofrimento, do mal e da morte que, apesar de tão grandes progressos, continuam a existir? Para que servem semelhantes vitórias, conseguidas a tanto custo? Que pode o homem dar à sociedade e dela esperar? Que haverá depois desta vida terrestre?

A Igreja, porém, acredita que Jesus Cristo, morto e ressuscitado por todo o gênero humano, oferece ao homem, pelo Espírito Santo, luz e forças que lhe permitirão corresponder à sua vocação suprema; ela crê que não há debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual possam ser salvos.

Crê igualmente que a chave, o centro e o fim de toda a história humana encontra-se em seu Senhor e Mestre.

A Igreja afirma, além disso, que, subjacente a todas as transformações, permanecem imutáveis muitas coisas que têm seu fundamento último em Cristo, o mesmo ontem, hoje e sempre.

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