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SEGUNDO DOMINGO DE PÁSCOA – ANO C (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, encerramos a celebração da Oitava da Páscoa com o Domingo da Misericórdia e, como todos os anos, contemplaremos a profissão de fé de São Tomé (cf. Jo 20,19-31). Aproximemo-nos e deixemo-nos tocar pelo Amor misericordioso de nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.

Comecemos nossa reflexão notando que, apesar da sua belíssima profissão de fé (cf. Jo 20,28), São Tomé permanece, no imaginário popular, como imagem de incredulidade. Isso porque ele não acreditou no testemunho dos outros apóstolos, mas precisou que o Ressuscitado lhe aparecesse para tanto (cf. Jo 20,24-27). O que nos deu mais uma bem-aventurança!

E, sem dúvida, esta é a maior maravilha que os apóstolos operaram: a pregação do Evangelho acompanhada de um testemunho heroico de Jesus Cristo e que deu a tantos a oportunidade de crer. Algo tão poderoso que ainda hoje dá ao Senhor a oportunidade de nos fazer cristãos e nos colocar em contato com a Sua Misericórdia.

Do nosso lado, o desafio começa com a humildade de crer em tudo o que ensina a Santa Mãe Igreja. É claro, trata-se de um ato sustentado pela graça de Deus. Porém, é preciso deixar para trás uma espécie de “eucentrismo” que se inclina aceitar apenas aquilo que pessoalmente parece razoável para ter acesso à íntegra fé. Pois, se sou o próprio critério do crer, já não tenho condições de aceitar o ensinamento dos apóstolos e permanecer em comunhão com o que eles creram: sou capaz apenas de cultuar minha própria opinião.

Mas, se crendo na pregação apostólica, abrimo-nos, então, a Misericórdia nos toca, sobretudo através dos Sacramentos, e nos dá vida nova. Façamos nossas, as palavras de São Paulo VI: “como celebrar dignamente a tua bondade, Senhor, por me ver introduzido, apenas entrei na terra, no mundo inefável da Igreja católica?” [1]. Às quais podemos acrescentar: como é bom ser católico e provar o perdão de Deus quando arrependidos acorremos ao confessionário! Como é bom não só tocar, mas ser alimentado pelo sacratíssimo corpo de nosso Senhor na Eucaristia!

Que a bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Ressurreição, interceda por nós a fim de que não nos falte a fé católica e a esperança na Divina Misericórdia. Regina caeli, laetare, alleluia: quia quem meruisti portare, alleluia, resurrexit, sicut dixit, alleluia. Ora pro nobis Deum, alleluia.

 

[1] Paulo VI, Testamento. In: <https://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/speeches/1978/august/documents/hf_p-vi_spe_19780810_testamento-paolo-vi.html

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A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

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Das Catequeses de Jerusalém.

Batizados em Cristo e revestidos de Cristo, vós vos tomastes semelhantes ao Filho de Deus. Com efeito, Deus que nos predestinou para a adoção de filhos tornou-nos semelhantes ao corpo glorioso de Cristo. Feitos, portanto, participantes do corpo de Cristo, com toda razão sois chamados “cristãos”, isto é, ungidos; pois foi de vós que Deus disse: Não toqueis nos meus ungidos (Sl 104,15).

Tornastes-vos “cristãos” no momento em que recebestes o selo do Espírito Santo; e tudo isto foi realizado sobre vós em imagem, uma vez que sois imagem de Cristo. Na verdade, quando ele foi batizado no rio Jordão e saiu das águas, nas quais deixara a fragrância de sua divindade, realizou-se então a descida do Espírito Santo em pessoa, repousando sobre ele como o igual sobre o igual.

O mesmo aconteceu convosco: depois que subistes da fonte sagrada, o óleo do crisma vos foi administrado, imagem real daquele com o qual Cristo foi ungido, e que é, sem dúvida, Batismoo Espírito Santo. Isaías, contemplando profeticamente este Espírito, disse em nome do Senhor: O Espírito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu; enviou-me para dar a boa-nova aos humildes (Is 61,1).

Cristo jamais foi ungido por homem, seja com óleo ou com outro unguento material. Mas o Pai, ao predestiná-lo como Salvador do mundo inteiro, o ungiu com o Espírito Santo. É o que nos diz Pedro: Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo (At 10,38). E o profeta Davi cantava: Vosso trono, ó Deus, é eterno, sem fim; vosso cetro real é sinal de justiça: vós amais a justiça e odiais a maldade. É por isso que Deus vos ungiu com seu óleo, deu-vos mais alegria que aos vossos amigos (Sl 44,7-8).

Cristo foi ungido com o óleo espiritual da alegria, isto é, com o Espírito Santo, chamado óleo de alegria, precisamente por ser o autor da alegria espiritual. Vós, porém, fostes ungidos com o óleo do crisma, tornando-vos participantes da natureza de Cristo e chamados a conviver com ele.

Quanto ao mais, não julgueis que este crisma é um óleo simples e comum. Depois da invocação já não é um óleo simples e comum, mas um dom de Cristo e do Espírito Santo, tornando-se eficaz pela presença da divindade. Simbolicamente unge-se com ele a fronte e os outros membros. E enquanto o corpo é ungido com óleo visível, o homem é santificado pelo espírito que dá a vida.

ERA NECESSÁRIO QUE CRISTO SOFRESSE PARA ASSIM ENTRAR EM SUA GLÓRIA

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Dos Sermões de Santo Anastácio de Antioquia.

Cristo, por suas palavras e ações, revelou que era verdadeiro Deus e Senhor do universo. Ao subir para Jerusalém com seus discípulos, dizia-lhes: Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos gentios, aos sumos sacerdotes e aos mestres da Lei, para ser escarnecido, flagelado e crucificado (Mt 20,18.19). Fazia, na c3adcone-ressureicaoverdade, estas afirmações em perfeita consonância com as predições dos profetas, que haviam anunciado sua morte em Jerusalém.

Desde o princípio, a Sagrada Escritura havia predito a morte de Cristo com os sofrimentos que a precederiam, e também tudo quanto aconteceu com seu corpo depois da morte; predisse igualmente que aquele a quem tudo isto sucedeu é Deus impassível e imortal. De outro modo, nunca poderíamos afirmar que era Deus se, ao contemplarmos a verdade da encarnação, não encontrássemos nela razões para proclamar, com clareza e justiça, uma e outra coisa, ou seja, seu sofrimento e sua impassibilidade. O motivo pelo qual o Verbo de Deus, e portanto impassível, se submeteu à morte é que, de outra maneira, o homem não podia salvar-se. Este motivo somente ele o conhece e aqueles aos quais revelou. De fato, o Verbo conhece tudo o que é do Pai, como o Espírito que esquadrinha tudo, mesmo as profundezas de Deus (1Cor 2,10).

Realmente, era preciso que Cristo sofresse. De modo algum a paixão podia deixar de acontecer. Foi o próprio Senhor quem declarou, quando chamou de insensatos e lentos de coração os que ignoravam ser necessário que Cristo sofresse, para assim entrar em sua glória. Por isso, veio ao encontro do seu povo para salvá-lo, deixando aquela glória que tinha junto do Pai, antes da criação do mundo. Mas a salvação devia consumar-se por meio da morte do autor da nossa vida, como ensina São Paulo: Consumado pelos sofrimentos, ele se tornou o princípio da vida (cf. Hb 2,10).

Deste modo se vê como a glória do Filho unigênito, glória esta que por nossa causa ele havia deixado por breve tempo, foi-lhe restituída por meio da cruz, na carne que tinha assumido. É o que afirma São João, no seu evangelho, ao indicar qual era aquela água de que falava o Salvador: Aquele que crê em mim, rios de água viva jorrarão do seu interior. Falava do Espírito, que deviam receber os que tivessem fé nele; pois ainda não tinha sido dado o Espírito, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado (Jo 7,38-39); e chama glória a morte na cruz. Por isso, quando o Senhor orava, antes de ser crucificado, pedia ao Pai que o glorificasse com aquela glória que tinha junto dele, antes da criação do mundo.

DOMINGO DE PÁSCOA – ANO C (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, enfim, chegou o Domingo da Ressurreição! Como Pedro e João que, ao receber o anúncio do túmulo vazio, correram para ver o que tinha acontecido (cf. Jo 20,1-9), também nós, corramos, não para verificar a veracidade da notícia, mas jubilosos e cheios de fé, para encontrar o próprio Ressuscitado na Eucaristia e na Palavra. Louvado seja nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Na proclamação da Palavra encontraremos Pedro que, na primeira leitura (cf. At 10,34a.37-43), se coloca como testemunha da Ressurreição e acrescenta: “Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos” (At 10,42). De fato, Cristo não voltou à vida terrena, mas, ressuscitado para a vida eterna, vencedor da morte, tornou-se Juiz: do ponto mais baixo a que Seu amor por nós O levou, Ele foi alçado ao mais alto dos Céus merecendo o nome de Senhor. E, sendo Juiz, sabemos que Ele manifestará sua vitória sobre o mal libertando-nos para amar.

Esta vitória, real e presente, se consumará no fim dos tempos. Mas, em nosso coração arrependido e perdoado no sacramento da Confissão, ela se manifesta na comunhão. Assim, ao comungarmos neste domingo da Ressurreição, unamo-nos ao Ressuscitado com todo amor e devoção e renovemos a nossa fé para que, fortalecida nossa esperança de estarmos sempre mais unidos a Ele, testemunhemos a todos a alegria de sermos amados em modo tão sublime.

Que a bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Ressurreição, interceda sempre por nós e nos mostre sempre Jesus. Rainha do Céu, alegrai-Vos, Aleluia, porque Aquele que merecestes trazer em vosso seio, Aleluia, ressuscitou como disse. Aleluia. Rogai por nós a Deus. Aleluia.

Uma feliz e santa Páscoa a todos!

VIGÍLIA PASCAL – ANO C (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, a celebração do Tríduo Pascal nos conduz, nesta noite santa, à Vigília Pascal, composta de quatro momentos de grandíssima riqueza: a Luz, a Palavra, o Batismo e a Eucaristia. Quando formos à igreja, não tenhamos pressa e deixemos que o Senhor nos fale ao coração. Nesta breve reflexão, porém, concentremo-nos sobre a segunda leitura (cf. Gn 22,1-18) e a leitura do Novo Testamento (cf. Rm 6,3-11). Peçamos 453ao Redentor que faça renascer em nós a luz da fé.

É verdade: hoje não canta dignamente o aleluia quem ontem não chorou o sacrifício. Porém, não se trata de ir às lágrimas como quem assiste um filme, ou seja, como quem está fora dos acontecimentos, um expectador qualquer. Mas de reconhecer que estamos realmente comprometidos na passagem da vida nova que começa com o fim da velha vida. Ou seja, para nós a morte se torna concreta quando, por amor, entregamos na fé o que o Senhor nos pede – mesmo que isso cause a dor. E crendo na promessa, esperamos nele certos de que não desempara quem a Ele se confia. É o que nos ensina Abraão que oferecendo em sacrifício o que tinha de mais precioso, recebeu de Deus a bênção para todas as gerações (cf. Gn 22,1-18).

Ora, em nossa peregrinação neste mundo, para ressuscitarmos com Cristo será necessário perder, abrir mão de alguma coisa que o Senhor nos pede, mesmo que para o nosso egoísmo isso seja um sacrifício muito grande. Em outras palavras, sem assumirmos voluntariamente perder o que é velho, não chegaremos a provar o frescor da novidade que vem do Senhor. Assim, para chegar à Vida é preciso morrer, como diz o Apóstolo: “Se, pois, morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele.” (Rm 6,8). Sejamos generosos com o Senhor, mesmo que isso custe, pois Ele não se deixa vencer em generosidade.

Que a bem-aventurada Virgem Maria, nossa Mãe e modelo de vida oferecida a Jesus, interceda sempre por nós. Rainha do Céu, alegrai-Vos, Aleluia, porque Aquele que merecestes trazer em vosso seio, Aleluia, ressuscitou como disse. Aleluia. Rogai por nós a Deus. Aleluia.

A DESCIDA DO SENHOR À MANSÃO DOS MORTOS

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De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo.

Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.

Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Sabado_santoFilho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos.

O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará.

Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: ‘Saí!’; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’

Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa.

Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus e num jardim, crucificado.

Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme à minha imagem, tua beleza corrompida.

Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso.

Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti.

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus.

Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, construído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade”.

PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, a celebração do Tríduo Pascal continua com a Liturgia da Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo. Todos os anos, rezamos com os mesmos textos que são extremamente ricos e significativos. Para nossa reflexão, proponho que nos fixemos sobre a primeira leitura (cf. Is 52,13 – 53,12). Peçamos ao Salvador a graça de que não fiquemos indiferentes à Sua Cruz.

No quarto canto do servo do Senhor apresentado por Isaías, lemos: “Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo – tão desfigurado ele estava que não parecia ser um homem ou ter aspecto humano” (Is 52,14). De fato, é bastante comum que, na contemplação do sofrimento de Jesus, fiquemos assombrados. Diante de tantas e descabidas torturas e humilhações, visto que Ele é o Inocente, algo grita dentro de nós. Não podemos ficar indiferentes, porque desta sensação pode brotar a noção de quão horrível é o nosso pecado e, ao mesmo tempo, como é forte o Amor de Deus por nós.

Em outras palavras, se, por um lado, é certo que o pecado corrói nosso coração a ponto de nos desumanizar, e, mais ainda, somos incapazes de vencê-lo por nós mesmos, por outro lado, é este Servo quem nos justificou. Pois, “a verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores; (…) foi ferido por causa de nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes; a punição a ele imposta era o preço da nossa paz, e suas feridas, o preço da nossa cura” (cf. Is 53,4-5).

Portanto, para não ficarmos indiferentes à Cruz de Cristo precisamos parar de tratar nossos pecados como meras trivialidades. Um remédio duro assim não é razoavelmente aplicado a uma enfermidade banal. Se nosso pecado levou o Senhor à Paixão, não pode ser considerado com leviandade. Mas não só, tendo recebido o dom de tão grande Redentor, como não querer, por gratidão, amá-lo de volta? Nada que o Senhor nos peça é um sacrifício grande demais, diante daquele que Ele já cumpriu por nós.

Que a Senhora das Dores, interceda por nós, a fim de que, como resposta de amor, permaneçamos sempre na vontade do Senhor. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

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