Caros irmãos, a liturgia do décimo segundo Domingo do Tempo Comum nos leva a contemplar, num diálogo de Jesus com os seus discípulos, aspectos fundamentais de nossa vida enquanto cristãos (cf. Lc 9,18-24). Abramos nosso coração e deixemos que o Senhor nos fale.

“E vós, quem dizeis que eu sou?” (Lc 9,20a). Com essa pergunta, Jesus traz à luz a pregac3a7c3a3o_caminho_para_a_cruz_sermc3a3o_semana_santa_estudo_bc3adblico_c3baltimos_dias_de_jesus.jpgimportância da autêntica fé para além das múltiplas opiniões daqueles que não creem, ainda que estas sejam, em algum modo, positivas. A resposta é dada por São Pedro: “O Cristo de Deus” (Lc 9,20b). E, nesta resposta, temos, em síntese, a fé dos cristãos: Jesus é o enviado de Deus, o Filho, Deus verdadeiro que, por amor, se fez homem.

Ora, é justamente esta convicção de ser amados de tal modo que o próprio Deus veio habitar entre nós que nos leva ao seguimento. Ou seja, sustentados pela graça desde o primeiro instante, somos impulsionados pelo mesmo Espírito a seguir Jesus Cristo no caminho da cruz que leva para a vida eterna. E saber que seu caminho contém a cruz é importante para que não nos iludamos e pensemos que Ele veio dar-nos facilidades nesta vida: somos servos de um Senhor crucificado e é na cruz de cada dia que nos unimos a Ele.

Que a intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, nos sustente em nossa luta cotidiana. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém!

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