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XXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, celebrando o vigésimo quarto Domingo do Tempo Comum, temos a oportunidade de rezar com a confissão de fé de São Pedro de acordo com o evangelista São Marcos (cf. Mc 8,27-35). Neste texto, encontramos um esquema imprescindível de nossa cristã que pode (e deve) nos levar a um acurado exame de consciência. Sigamo-lo!

Em primeiro lugar, é preciso reconhecer quem Jesus é de verdade. Não são suficientes respostas parciais; menos ainda bastariam equívocos ideologicamente guiados. É preciso acolhê-lo na fé da Igreja de dois mil anos, reconhecendo-o como o Messias, o Cristo, o icone da oraçãoFilho de Deus (cf. Mc 8,29). Contudo, apesar de ser Ele o Salvador esperado, a sua obra traz um quê inesperado: a libertação do mal e do pecado acontece pela Cruz (cf. Mc 8,31). Concretamente, isso significa que a ação de Deus não nos livra nesta vida da realidade do sofrimento, mas, ao invés, dá sentido e nos purifica de modo particular quando a dor passa pela nossa casa.

Em seguida, encontramos em S. Pedro, quando ele repreende Jesus (cf. Mc 8,32), o porta-voz do nosso fraco coração que não aceita este caminho. Parece impossível que essas realidades – a ação de Deus e o sofrimento – possam andar juntas. De fato, não é difícil identificar também nas nossas vidas, se formos sinceros, quantas vezes nós quisemos dizer a Deus como Ele deveria agir em nossas vidas. E, neste preciso momento, deixamos de ser seus discípulos para tentarmos ser nossos próprios senhores e até senhores de tudo.

Então, a resposta do Senhor ao discípulo, diante dos demais, reconduz à ordem os relacionamentos: “vai para trás de mim” (Mc 8,33). Não para longe, mas para traz, no sentido de que é o Senhor que vai à frente e indica o caminho enquanto o discípulo o segue pela cruz à Ressurreição. Para chegar à vida nova, que começa a se tornar operante na caridade fraterna (cf. Tg 2,14-18), é preciso, antes de mais nada, deixar que Jesus Cristo seja verdadeiramente nosso Senhor – e isso é urgente.

Que Maria Santíssima, nos ensine a sermos verdadeiros discípulos, que escutam, acolhem e obedecem a Palavra do Senhor.

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XXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, celebramos o vigésimo terceiro Domingo do Tempo Comum e a liturgia nos convida a aproximarmo-nos do Senhor para ouvi-lo (cf. Mc 7,31-37). A partir do santo evangelho, seguindo os movimentos daquele homem surdo, deixemo-nos tocar pela Palavra de Deus. Para tanto, acolhamos a ordem de Jesus: abre-te! (Mc 7,34).

Notemos, em primeiro lugar, que o homem foi trazido a Jesus (cf. Mc 7,32). E esse é o Ícone - Jesus Cristoprimeiro esforço da Igreja: a missão – aproximar as pessoas do Senhor. Embora o mês missionário seja o próximo, não podemos deixar ao menos de notar, já hoje, que, sem isso, é impossível que o dom da fé aconteça (cf. Rm 10,14). E é nossa tarefa aproximar as pessoas, por obras e palavras, daquele que nos deu a vida nova.

Em seguida, Jesus afasta o surdo da multidão e o toca (cf. Mc 7,33). Podemos enxergar aqui aquele toque íntimo da Graça em nossos corações que muda a direção da nossa vida. Nunca é demais recordar as palavras de Bento XVI: “Ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo” [1].

E, então, Jesus dá a ordem: “abre-te!” (Mc 7,34). Trata-se de um imperativo que não só faz sentido para a vida daquele homem, mas também para a nossa. Pois, infelizmente, embora muitas vezes escutemos muito bem (não tenhamos nenhum problema de audição), temos um coração de pedra, fechado para a Verdade que pode transformar a nossa vida. Quantas vezes já ouvimos a Palavra de Deus conservada e transmitida na Igreja, mas isso não teve efeito nenhum em nossas vidas? Quantas vezes preferimos fechar-nos para, apegados a sabe-se-lá-o-quê, não nos deixarmos transformar pelo Senhor? Abramo-nos!

Que a intercessão da Maria Santíssima, nos ajude a vencer o medo de perder o nada para o Tudo ganhar.

 

[1] BENTO XVI, Deus caritas est, n.1.

XXI DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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ultimaceia

Caros irmãos, neste domingo, ao celebrarmos o vigésimo primeiro Domingo do Tempo Comum, retomamos, para nossa oração e meditação, o capítulo sexto do Evangelho segundo São João (cf. Jo 6,60-69), que havíamos deixado para celebrar a Assunção de Nossa Senhora. E retornamos para este magnífico texto em um momento dramático: ao revelar a realidade da Eucaristia, Jesus encontra corações fechados. Aproximemo-nos, então, da Palavra de Deus para nos alimentarmos verdadeiramente.

É verdade que os judeus já haviam se escandalizado quando o Senhor revelou ser Ele próprio o alimento da vida eterna (cf. Jo 6,52). Mas, ao afirmar a radicalidade da sua doação tal qual a encontramos na Divina Eucaristia, Cristo vê MUITOS de seus discípulos o deixarem dizendo: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” (Jo 6,60). E, precisamos admitir, as palavras de Jesus, não só sobre o Santíssimo Sacramento, mas muitas vezes, são duras. Parecem até insuportáveis…

Então, precisamos encarar a pergunta que Ele fez aos Doze: “Vós também vos quereis ir embora?” (Jo 6,67). Meus irmãos, reconheçamos que não é preciso sair visivelmente da Igreja para virar as costas ao Senhor e ir embora. Como é fácil ceder à tentação de moldá-lo à nossa maneira. Quantos “católicos” vivem hoje um catolicismo à sua maneira? Quantas vezes nós mesmos buscamos viver nossa religião não a partir da fé de 2000 anos, mas a partir de nossos próprios interesses e/ou caprichos?

Porém, S. Pedro nos indica o caminho – nos dá as palavras para que nossa resposta seja precisa: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus” (Jo 6,68-69). De que adiantaria viver uma religião falsa e não a verdadeira fé da Igreja de Deus? O que lucraremos seguindo um Jesus falso? No fim das contas, o peso de seguir Jesus Cristo vivo e ressuscitado é muito – mas muito mesmo – mais leve do que, depois de empenhar a vida numa direção, descobrir que nos gastamos por uma mentira.

Que a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Eucaristia, nos ajude a reconhecer sempre a luz da Verdade que brilha no meio das trevas do erro e do pecado.

Caros irmãos, neste domingo, ao celebrarmos o vigésimo primeiro Domingo do Tempo Comum, retomamos, para nossa oração e meditação, o capítulo sexto do Evangelho segundo São João (cf. Jo 6,60-69), que havíamos deixado para celebrar a Assunção de Nossa Senhora. E retornamos para este magnífico texto em um momento dramático: ao revelar a realidade da Eucaristia, Jesus encontra corações fechados. Aproximemo-nos, então, da Palavra de Deus para nos alimentarmos verdadeiramente.

É verdade que os judeus já haviam se escandalizado quando o Senhor revelou ser Ele próprio o alimento da vida eterna (cf. Jo 6,52). Mas, ao afirmar a radicalidade da sua doação tal qual a encontramos na Divina Eucaristia, Cristo vê MUITOS de seus discípulos o deixarem dizendo: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” (Jo 6,60). E, precisamos admitir, as palavras de Jesus, não só sobre o Santíssimo Sacramento, mas muitas vezes, são duras. Parecem até insuportáveis…

Então, precisamos encarar a pergunta que Ele fez aos Doze: “Vós também vos quereis ir embora?” (Jo 6,67). Meus irmãos, reconheçamos que não é preciso sair visivelmente da Igreja para virar as costas ao Senhor e ir embora. Como é fácil ceder à tentação de moldá-lo à nossa maneira. Quantos “católicos” vivem hoje um catolicismo à sua maneira? Quantas vezes nós mesmos buscamos viver nossa religião não a partir da fé de 2000 anos, mas a partir de nossos próprios interesses e/ou caprichos?

Porém, S. Pedro nos indica o caminho – nos dá as palavras para que nossa resposta seja precisa: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus” (Jo 6,68-69). De que adiantaria viver uma religião falsa e não a verdadeira fé da Igreja de Deus? O que lucraremos seguindo um Jesus falso? No fim das contas, o peso de seguir Jesus Cristo vivo e ressuscitado é muito – mas muito mesmo – mais leve do que, depois de empenhar a vida numa direção, descobrir que nos gastamos por uma mentira.

Que a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Eucaristia, nos ajude a reconhecer sempre a luz da Verdade que brilha no meio das trevas do erro e do pecado.

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, em quase todo Brasil, neste domingo, celebramos a Solenidade da Assunção da Virgem Maria, transferida do último dia 15. Na liturgia do dia, temos, para nossa meditação, o trecho do evangelho segundo São Lucas que retrata a visita de Nossa Senhora à Santa Isabel (cf. Lc 1,39-56). Brevemente, podemos reconhecer neste mistério celebrado nossa vocação e o modo de realizá-la.

O Papa Pio XII, quando proclamou solenemente como verdade de fé divinamente André_Gonçalves_-_goncalves_assuncao1revelada a Assunção de Nossa Senhora, escreveu: “a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” [1]. Aqui, temos o núcleo do dogma e, assim, compreendemos que nela aconteceu o que é reservado a todos os santos no último dia: a entrada na glória da Santíssima Trindade de corpo e alma. Ora, todos somos chamados à santidade e, então, podemos concluir que nossa vocação é participarmos, com todo nosso ser, na glória do Senhor, nosso Deus.

Mas, como nossa Mãe bendita nos ensina a caminhar respondendo a este chamado? “Ele viu a pequenez (a humildade) de sua serva, […]. O Poderoso fez por mim maravilhas” (Lc 1,48-49): é uma obra que o Todo-Poderoso faz naquele que reconhece sua impotência para tanto. É simplesmente impossível que, abandonados às nossas próprias capacidades, possamos nos converter e entrar na glória do Pai. Mas Ele, em sua infinita misericórdia, quer e pode nos transformar – pode fazer esta maravilha – se, com fé, nos entregamos às suas mãos reconhecendo, humildemente, que não podemos fazer isso sozinhos.

Rezemos, de modo particular, neste terceiro domingo do mês vocacional, pelos religiosos, para que, tendo o seu coração completamente voltado Jesus Cristo, sejam sinais claros da primazia do Senhor em nossas vidas.

Que a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, nossa Mãe e Rainha dos Céus, seja auxílio e amparo no caminho de santidade de cada um de nós.

 

[1] Pio XII, Munificentissimus Deus, n. 44.

XIX DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, neste dia dos pais, celebramos o décimo nono domingo do Tempo Comum, no qual a liturgia continua a meditação do capítulo sexto do Evangelho segundo São João (cf. Jo 6,41-51). Encontramo-nos aqui num relacionamento com o Senhor que se desenrola numa dupla dimensão: atração e caminho. Aproximemo-nos, então, dos textos bíblicos para que Ele nos alimente.

Diz Jesus no Evangelho: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai” 9124estrada.jpg(Jo 6,44). Para além de todas as formas concretas desta atração por Deus que trazemos em nosso coração, o que não podemos deixar de notar é nossa condição de incompletude e inquietude percebida como a falta de algo que nos possa preencher. É aquilo que Santo Agostinho escreveu logo no início das suas Confissões: “nos fizeste para ti, [Senhor], e nosso coração está inquieto enquanto não encontrar em ti descanso”. Essa experiência é importante porque nos move em direção ao Único que é capaz de nos preencher.

Porém, quanto mais tendemos ao Senhor, mais parece que temos um longo caminho pela frente. Pois, quando somos encontrados por Jesus, e Ele começa a nos transformar, percebemos como estamos longe daquilo que deveríamos ser. E então, diz o anjo a Elias, “Levanta-te e come! Ainda tens um longo caminho a percorrer” (2Rs 19,7). A presença do Cristo, sobretudo na comunhão eucarística bem feita, é o alimento que nos dá força a continuar, mesmo que a distância para a meta pareça insuperável.

A meta é justamente descrita na segunda leitura: “Vivei no amor, como Cristo nos amou e se entregou a si mesmo a Deus por nós, em oblação e sacrifício de suave odor” (Ef 5,2). E, de fato, precisamos do socorro divino para não desistirmos de amar. E um modo concreto de se oferecer ao Senhor como sacrifício de amor é a paternidade. Por isso, rezamos hoje por todos os pais, a fim de que sejam claros sinais da presença e do Amor do Pai.

Que a intercessão da Bem-aventurada e sempre Virgem Maria, nossa Mãe, e de São José, seu castíssimo esposo, esteja com nossos pais hoje e sempre.

XVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, celebrando o décimo oitavo domingo do Tempo Comum, continuaremos a meditação do capítulo sexto do Evangelho segundo São João. No qual, depois de multiplicar os pães, Jesus atravessa o mar e chega em Cafarnaum, onde a multidão o encontra. Então, como vemos nesta liturgia, com um diálogo, o Senhor começa o discurso do Pão da Vida (cf. Jo 6,24-35). Aqui, devemos estar atentos a alguns detalhes para icone-sermao-da-montanhapodermos deixar-nos orientar pelo Cristo.

Refletiremos, para tanto, sobre duas palavras de Jesus que se interligam e nos orientam. A primeira é: “estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos” (Jo 6,26). A multidão recebe uma reprimenda justamente porque o está buscando para obter um benefício imediato: o pão. Vemos, então, um retrato frequente da nossa vida de oração quando nos aproximamos do Senhor para que Ele simplesmente resolva nossos problemas imediatos. Que nossos problemas sejam causa de sofrimentos, é fato. Que é justo pedir sua ajuda em alguma situação desesperada (bons exemplos não faltam), também não é, em si, um problema. Mas, é preciso reconhecer: viver nosso relacionamento com Deus nesta direção nos põe na contramão do Pai Nosso, no qual rezamos: seja feita a vossa (não, a nossa) vontade.

E então, chegamos à segunda palavra: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou” (Jo 6,29). Eis a chave: é preciso buscar o Senhor com fé porque Ele é o alimento que não se perde (cf. Jo 6,27); Ele é o sentido da nossa vida. E assim, compreendemos o porquê de haver uma hierarquia de valores que orienta nossas escolhas – inclusive a escolha do sentido de nossa oração: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo” (Mt 6,33).

Que a Bem-aventurada e sempre Virgem Maria, Mãe da fé, interceda por nós, e nos conduza pelo caminho que ela tão bem percorreu.

XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, na celebração da Santa Missa neste décimo sétimo domingo do Tempo Comum, começaremos a rezar com o capítulo sexto do Evangelho de São João. Neste primeiro momento, temos o conhecido texto da multiplicação dos pães (cf. Jo 6,1-15), onde o Senhor mostra-se o Pastor digno de toda confiança e que, para tanto, nos pede a generosidade de nossa fé.

Depois de termos rezado com o Salmo 22 no domingo passado, a liturgia nos convida a fazermos concretamente esta experiência com o Senhor Jesus. Como quadro geral vemos temos a multidão que segue o Cristo, como o rebanho a seu pastor, e encontra nele o alimento necessário para a sua vida. Em particular, temos o modo como Jesus alimenta o mult paespovo que lhe segue: do pouco, faz muito. Ou seja, diante de uma grande necessidade, a fome da multidão, havia pouco recurso: “Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” (Jo 6,9), diz André. Porém, isso não impede que o Amor faça suas maravilhas.

Também nossa vida cristã é feita de grandes desafios para os quais temos recursos escassos e insuficientes. Aqui, podemos pensar em cada passo que leva à santidade ou cada virtude que nos atrai na vida dos santos de nossa devoção e que nós simplesmente não podemos construir pelas nossas próprias forças. A saída se encontra justamente em pôr confiantemente nas mãos do Senhor aquele insuficiente que temos para que Ele realize a sua obra (cf. Jo 6,13).

Um caso concreto é, evidentemente aquele que temos diante de nossos olhos nesses tristes dias em que vivemos. Pois devemos nos lembrar do risco que sofre o nosso país de que, através do ativismo judicial do STF (implementando uma verdadeira ditadura), está por aprovar, como direito fundamental, o assassinato de bebês nos ventres de suas mães (leia-se: aborto). Diante dessa gigantesca ameaça, o que nós podemos fazer parece (e é) muito pouco. Mas devemos pôr este pouco nas mãos do Senhor e certamente não seremos desamparados. Vale perguntar: e se o menino tivesse se negado a dar os cinco pães e os dois peixes?

Que a Bem-aventurada e sempre Virgem Maria, nossa Mãe, interceda por nós, pelo Brasil, pelas nossas crianças – nascidas ou não – e nos livre do mal de ver um assassinato disfarçar-se de direito.

 

NÃO DEIXE DE LER TAMBÉM:

Comissão para Vida e a Família da CNBB mobiliza cristãos na luta contra a legalização do aborto:

http://www.cnbb.org.br/comissao-para-vida-e-a-familia-da-cnbb-mobiliza-cristao-na-luta-contra-a-legalizacao-do-aborto/

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