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XXII DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B (Pe. Lucas, scj)

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Caros irmãos, celebrando vigésimo segundo Domingo do Tempo Comum, seremos questionados pela liturgia a respeito da profundidade e, assim, da coerência íntima de nossa religião, da nossa vida cristã (cf. Mc 7,1-8.14-15.21-23): um início pertinente para o “mês da Bíblia”. Aproximemo-nos do santo Evangelho com o coração aberto para nos deixarmos tocar pela Palavra de Deus.

Jesus, numa polêmica com os fariseus e os escribas, citando o profeta Isaías, diz: “Este icone da oração.jpgpovo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim” (Mc 7,6). Trata-se de uma palavra forte, mas que, por isso mesmo, devemos deixar que seja dirigida a nós… Pois existe a tentação de vivermos nossa religião como uma acomodação superficial da nossa imagem e não como um profundo processo de transformação interior. Para percebermos isso, basta pensarmos em quantas vezes nos deixamos guiar pelo sentimento de que, para sermos cristãos, precisamos seguir – automática e superficialmente – um conjunto de regras.

Por exemplo: todos sabemos que, para nos aproximarmos da comunhão eucarística, precisamos estar em estado de graça, ou seja, nossa confissão precisa estar “em dia”. Porém, a mera acusação dos pecados diante do sacerdote sem um mínimo prévio arrependimento não basta porque não passa de um cumprimento exterior de uma norma, mas que não produz a cura extraordinária que este Sacramento pode nos trazer. Ou seja, não é suficiente cumprir exteriormente a regra, é preciso ter a motivação correta para que a obra chegue a seu fim.

Assim, recordemos as palavras do Papa emérito Bento XVI: encontrar-se realmente com Cristo pela fé, inicia um verdadeiro relacionamento (cf. Deus Caritas Est, n. 1) no qual a Grada do Espírito Santo vai atuando em nós até transformar por completo o nosso coração. Façamos, então, deste mês, uma oportunidade para nos colocarmos generosa e inteiramente à disposição do Senhor na meditação da sua Palavra para que Ele nos transforme de acordo com sua vontade.

Que a intercessão da Maria Santíssima, a bem-aventurada porque acreditou, nos sustente e seja ela nosso modelo de escuta da Palavra de Deus.

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2018.03.07 #Θεωσις #voe FIDELIDADE

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