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“ESTAREMOS PARA SEMPRE COM O SENHOR” (1Ts 4,17) – Por Luiz Guilherme Andrade Menossi

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Olá, amigos do CommunioSCJ. Que alegria reencontrá-los para estudarmos a nossa fé.

“O que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu” (1Cor 2,9). Partindo deste versículo, misto de mistério e esperança, nos voltamos para o Céu, o Paraíso, sonho de Deus para cada um de seus filhos.

Conforme vimos anteriormente, o Céu é um dos caminhos que a alma humana pode tomar após esta vida. Mais do que um caminho, ele é o caminho desejado e querido por Deus para cada homem e mulher. O Céu é o fim daqueles que, livres, decidem-se pelo Senhor; dos que escolhem a “melhor parte” (cf. Lc 10,42) e permanecerão com Deus por toda a Eternidade. Como nos ensina o Catecismo, “os que morrem na graça e na amizade de Deus, e que estão totalmente purificados, vivem para sempre com Cristo” [1].

O Céu, todavia, representa uma nova forma de viver com o Senhor. Se neste mundo nós só enxergamos a Deus pelo reflexo da sua Graça no mundo, nos irmãos ou na Igreja, no Céu nós O “veremos face a face” (1Cor 13,12). Se neste mundo começamos a nos unir a Cristo em seu Corpo Místico, é no Céu que estaremos plenamente incorporados a Ele.

A alma que alcança o Paraíso se une a Cristo sem perder sua identidade. Vive uma unidade profunda que não está baseada na solidão, mas na comunhão. E como Cristo é comunhão com o Pai e o Espírito Santo, o Céu é também comunhão perfeita com a Santíssima Trindade. E sendo a Santíssima Trindade perfeita e gloriosa, a alma que se encontra ligada a Ela não pode mais conhecer o pecado, a tristeza, a falta de amor, a solidão e tantas outras misérias a que foi submetida após o pecado original. E essa alma pura, unida ao Único Deus como todas as outras, experimenta também um comunhão perfeita com a Santíssima Virgem, com all saints icontodos os anjos e santos, com todos os parentes e amigos.

Essa comunhão perfeita é o enorme dom que Deus tem a oferecer a cada filho. Ela é o convite mais profundo que Deus faz a cada ser humano. Convite que o homem, livre, pode recusar, mas que está inserido no mais profundo de sua alma. Trata-se daquela sede, daquele desejo que muitas vezes não se sabe de quê, mas que existe em cada homem e mulher. E se algo é desejado, é porque existe. Como no caso dos animais, que encontram na natureza as respostas para todos os seus desejos, a resposta para o anseio mais profundo do ser humano também existe: “O Céu é o fim último e a realização das aspirações mais profundas do homem, o estado felicidade suprema e definitiva” [2].

Assim, a existência do Céu é uma verdade de fé que a Igreja não cansa de anunciar. Pois são muitos os homens que, sem ajuda, procuram a felicidade definitiva nos prazeres deste mundo sem perceber que anseiam algo que transcende esta realidade visível. Chesterton dizia que em cada homem que bate na porta de um prostíbulo existe um coração à procura de Deus. Isso é verdade para todo pecado: buscando a felicidade, erra-se o alvo, cai-se no vazio existencial.

Sem uma direção, o homem definha, fica imoral, pequeno. Tentando salvar-se cai no desespero. Foi o que percebeu o psicólogo Viktor Frankl durante sua estadia nos campos de concentração do nazismo: somente os homens que vislumbravam um sentido para sua vida, mantinham sua dignidade em meio àquele horror. “O homem pode suportar tudo, menos a falta de sentido”, dizia Frankl. Para nós que somos cristãos, esse sentido é a união com Cristo no Céu. Só a contemplação constante desta realidade pode nos fazer suportar as dificuldades e nos dar força para caminhar ruma a felicidade plena. Que as seguintes palavras de São João Bosco nos ajudem alcançar nossa Meta:

“Coragem, pois, meu filho; neste mundo você terá que sofrer, mas não importa: o prêmio que receberá na Eternidade compensará infinitamente todos os sofrimentos. Que consolação não será a sua, quando se encontrar no Céu na companhia dos parentes, dos amigos, dos Santos, dos bem aventurados e exclamar ‘Estaremos para sempre com o Senhor’ (1Ts 4,17). Então será a hora que abençoará o momento em que abandonou o pecado, que fez aquela boa Confissão e sempre buscou os Sacramentos; lembrará do dia em que deixou os maus companheiros e se entregou a uma vida virtuosa. E cheio de gratidão volverá para Deus e cantará seus louvores e sua glória por todos os séculos. Assim seja” [3].

Uma ótima semana.

 

 

[1] CEC (Catecismo da Igreja Católica), n. 1023.

[2] CEC, n. 1024.

[3] São João Bosco, O Cristão Bem Formado. Campinas (SP): Ecclesiae, 2010, p. 63.

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“TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESTA PEDRA CONSTRUIREI A MINHA IGREJA” (Mt 16,18) – Por Luiz Guilherme Andrade Menossi.

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Olá, queridos amigos do CommunioSCJ. Sejam bem vindos.

Enquanto refletíamos, nas semanas anteriores, sobre a Pessoa Divina do Espírito Santo, pudemos perceber que sua principal missão é a de “uni-los [os homens] a Cristo e fazê-los viver nele” [1]. Convém ressaltar agora, amparados pelo Catecismo, que o local onde nos tornamos um com o Cristo é precisamente a Ícone - VideiraIgreja. Vários são os símbolos utilizados para expressar a riqueza da Igreja no Novo Testamento. Dentre eles encontra-se a figura da videira, símbolo que alude claramente para íntima união entre Cristo e os seus:

“Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim, como eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15,4-5).

Eis o maravilhoso mistério: permanecendo em Cristo, na Igreja, Ele permanece também em nós, somos ligados por um vínculo místico. Justamente por isso, a Igreja, tão perseguida e insultada atualmente, não pode diminuir de valor aos olhos daqueles que têm fé. Ela não é instituição meramente humana: “está na história, mas ao mesmo tempo a transcende” [2]. Abarca todo o povo de Deus que vive na terra, mas também as almas dos santos, a Virgem Maria e os anjos, todos unidos a Cristo, pela ação do Espírito Santo.

A Igreja é, assim, a realização do sonho de Deus para o ser humano: que e o homem possa compartilhar de sua perfeição. Não por acaso, os primeiros cristãos ousavam afirmar que “o mundo foi criado em vista da Igreja” [3]. Quando Cristo se faz homem, Ele assim procede para cumprir o projeto de amor do Pai, inaugurando o Reino dos Céus aqui na terra. E “a Igreja é o Reino de Cristo já misteriosamente presente” [4].

A verdade de fé sobre a Igreja é tão importante que impele G. K. Chesterton, filósofo convertido ao catolicismo, a escrever que “o cristianismo não é uma Nossa Senhora Mãe da Igrejareligião, é uma Igreja” [5]. Mais bela ainda, porém, é a fórmula proposta por São Clemente de Alexandra para explicar o mistério da Igreja: “Assim como a vontade de Deus é um ato e se chama mundo, assim também sua intenção é a salvação e se chama Igreja” [6].

E se alguém por ventura nos perguntar que Igreja é essa, onde somos inseridos em Cristo, pela ação do Espírito Santo, para gozarmos por toda a eternidade do amor de Deus Pai? Aí poderemos dizer que é a Igreja que foi “admiravelmente preparada na história do povo de Israel e na antiga aliança. Foi fundada nos últimos tempos. Foi manifestada pela efusão do Espírito. E no fim dos tempos será gloriosamente consumada” [7]. A Igreja que o mundo começou a conhecer quando os Apóstolos saíram a pregar após o Pentecostes (cf. At 2,1-17). A Igreja fundada por Jesus, deixada aos cuidados dos Doze, chefiados por São Pedro, conforme as próprias palavras do Senhor: “Por isso eu te digo: tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e as forças da morte não poderão vencê-la” (Mt 16,18).

Que a festa do Corpo de Cristo que celebramos nesta semana nos ajude a aumentar o nosso vínculo com a Igreja. Que através dessa comunhão ainda imperfeita possamos um dia, com a Graça de Deus, contemplar sua Sagrada Face em companhia da Santíssima Virgem Maria, de todos os santos e de todos os anjos.

Uma abençoada semana a todos!

 

 

[1] CEC (Catecismo da Igreja Católica), n. 690.

[2] CEC, n. 770.

[3] CEC, n. 760.

[4] CEC, n. 763.

[5] CHESTERTON, G. K. Todos os Caminhos levam a Roma. São Paulo: Oratório, 2012, p. 57.

[6] CEC, n. 760.

[7] CEC, n. 759.

“QUE COISA É O HOMEM, PARA DELE TE LEMBRARES?” (Sl 8,5) – Por Luiz Guilherme Andrade Menossi.

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Olá novamente, caríssimos amigos do CommunioSCJ. Que bom reencontrá-los. Depois de uma breve pausa voltamos às nossas reflexões sobre a nossa fé católica, orientados pelo Catecismo da Igreja Católica. Que o Senhor nos auxilie nessa tarefa.

Dando continuidade ao estudo sobre a Criação nos voltamos, juntamente com o Catecismo, à criação do gênero humano. Para isso remeto ao relato da criação presente no primeiro capítulo do livro do Gênesis, onde Deus se dirige ao homem A Criação do homem - Michelangelodizendo: “enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28). Nessas palavras estão presentes simultaneamente um mandato e uma herança grandiosíssimas. Elas já manifestam a crença da Igreja de que “O homem ocupa um lugar único na criação” [1]. Mas, sem dúvida, essa realidade privilegiada contrasta com a fragilidade humana. É assim que precisamos perguntar como o salmista: “Que coisa é o homem, para dele te lembrares, que é o ser humano, para o visitares?” (Sl 8,5).

Podemos responder dizendo que o ser humano é uma criatura feita à imagem de Deus (cf. Gn 1,26). Dentre todos os fatos que isso implica, o Catecismo ressalta o fato de que, por ser imagem de Deus, “o indivíduo humano tem a dignidade de pessoa: ele não é apenas alguma coisa, mas alguém” [2]. Na linguagem teológica cristã, o termo pessoa surge para indicar relação. E a grande beleza de sermos pessoas, está no fato de que assim como as três Pessoas Divinas (Pai, Filho e Espírito Santo) relacionam-se entre si, podemos também nos relacionar com Deus. Podemos “compartilhar, pelo conhecimento e pelo amor, a vida de Deus” [3]. Perceber isso é crucial, pois a comunhão com a Santíssima Trindade é nosso fim, nossa realização.

Indo além, podemos também afirmar que o homem “é um ser ao mesmo tempo corporal e espiritual” [4]. O segundo capítulo do livro de Gênesis, nos dá uma pantokratorimagem belíssima dessa realidade quando mostra o homem feito do pó da terra e do sopro de Deus (Cf. Gn 2, 7). Somos a união de alma e corpo, ambas criadas e queridas por Deus, numa única natureza. Como escreveu G. K. Chesterton, expressando uma ideia do grande Santo Tomás de Aquino: “um homem não é um homem sem seu corpo, assim como não é um homem sem sua alma” [5]. A tomada de consciência desse fato também é de grande importância. Quando uma dessas realidades é diminuída ou menosprezada, a identidade do homem é desfigurada com consequências bem negativas [6].

Mas por mais que possamos evidenciar várias características, não podemos explicar “que coisa é o homem” (Sl 8, 5) olhando para nós mesmos. Pois apesar de criado por Deus, o ser humano rompeu com Ele no pecado (Cf. Gn 3). Por causa do pecado original, o homem se corrompeu, tornando-se uma criatura diferente daquela que Deus sonhou. Foi por isso que, para nos salvar, Deus assumiu a nossa natureza. Em Jesus Cristo o homem foi revelado como o Pai o pensou. Quanto mais nos afastamos de Cristo, mais nos afastamos de nossa própria humanidade. Por outro lado, se vivemos como Jesus, ou melhor, se deixamos Jesus viver em nós, correspondemos ao projeto do Pai para nossas vidas. Somos felizes!

Que meditando sobre nossa própria identidade, possamos acolher o conselho de São Bernardo de Claraval que dizia: “Reconhece-te como imagem de Deus e envergonha-te se te revestires de uma imagem estranha”. Devemos lutar para sermos como Jesus.

Que a Santíssima Virgem Maria, que gerou o Homem verdadeiro, nos auxilie a também gerarmos o Cristo em nós, a fim de que nos façamos filhos verdadeiros do Pai, e possamos contemplar a sua Glória por toda a eternidade.

Até a próxima semana.

 

 

[1] CEC (Catecismo da Igreja Católica), n. 355.

[2] CEC, n. 357.

[3] CEC, n. 356.

[4] CEC, n. 362.

[5] CHESTERTON, G. K. São Tomás de Aquino e São Francisco de Assis. São Paulo: Madras, 2012, p. 25.

[6] O menosprezo do corpo levou ao surgimento de heresias como o maniqueísmo (século III) e o catarismo (século XI), pessimistas por natureza. Já o menosprezo da alma permitiu a criação de regimes de governo autoritários e ateus, como o nazismo e o comunismo, responsáveis por mais mortes do que qualquer outro governo ou instituição na história da humanidade.

“DEUS VIU TUDO QUANTO HAVIA FEITO E ACHOU QUE ERA MUITO BOM” (Gn 1, 31) – Por Luiz Guilherme Andrade Menossi.

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Um feliz Natal do Senhor a todos vocês, amigos do CommunioSCJ.

Esse tempo do Natal é muito propício para refletirmos a criação do “céu e da terra”, isto é, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Pois como nos diz o Catecismo: “A primeira criação encontra seu sentido e seu ponto culminante na nova criação em Cristo, cujo esplendor ultrapassa o da primeira” [1]. Por mais que isso seja escandaloso para os que não creem, unidos à nossa fé proclamamos que aquele Menino, nascido em Belém há cerca de dois mil anos, é o motivo da existência de todo o universo.

Certamente, não é possível discutir todos os pormenores da criação de Deus. Mas amparados pela Sagrada Escritura, juntamente com a Tradição e o Magistério, criacao-de-adaopodemos descobrir alguns pontos essenciais da Revelação de Deus acerca da criação. E talvez, o mais importante deles seja aquele que o autor sagrado expressa ao dizer que “Deus viu tudo quanto havia criado e achou que era muito bom” (Gn 1, 31). Ou seja, Deus criou um mundo bom. Ambas as dimensões, espiritual e material, são boas e orientam o homem ao encontro com o Criador.

O mundo espiritual (o céu) é habitado pelos anjos que ficam ao redor de Deus. “Como criaturas puramente espirituais, são dotados de inteligência e de vontade: são criaturas pessoais e imortais” [2]. E aqueles que aceitaram a salvação que veio de Deus, na Pessoa de Jesus Cristo (pois os anjos também precisavam ser salvos), O servem e adoram. Esses são nossos amigos, pois por amor a Deus participam da história salvação como muitas vezes é atestado na Sagrada Escritura [3]. E participam também da nossa salvação pessoal, pois como disse São Basílio, “Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida” [4].

O triste é perceber quanto os anjos da guarda costumam ser menosprezados. Estão constantemente ao nosso lado, mas não podem nos ajudar devido à nossa dureza de coração. Pois não nos abrimos à sua ação. Não pedimos sua ajuda. E um anjo da guarda, servo de Deus, respeita a nossa liberdade: corre ao nosso auxílio à medida que permitimos. Para o nosso bem espiritual, somos convidados a acolhermos o conselho que São Padre Pio de Pietrelcina dirigia a uma filha espiritual:

“Não devemos nos esquecer desse companheiro invisível, sempre presente, sempre pronto a nos ouvir, e mais pronto ainda a nos consolar. […] Nunca diga que estás sozinho na luta contra nossos inimigos” [5].

Já o mundo material (a terra) é o lugar onde se encontra o ser humano e todas as Icone-Anjocriaturas visíveis. E todas elas, tendo sido queridas e criadas por Deus são também boas. Precisamos tomar cuidado com as influências de certos esquemas filosóficos e religiões antigas que costumam colocar o mundo material como mal, em oposição ao mundo espiritual, que seria bom. Pelo contrário, olhando para a festa do Natal, onde Deus se faz homem, percebemos que “ser cristão significa um homem que acredita que a divindade ou a santidade se ligou à matéria ou adentrou o mundo dos sentidos” [6]. Se Deus se encarnou, a carne, a matéria, não pode ser ruim.

E aqui é preciso ressaltar outra triste realidade dos tempos atuais: a ideia de que o homem é mal. Pois em um mundo onde muitos já não acreditam na realidade espiritual, a visão não cristã de que o mundo físico é mal evoluiu. E nessa nova visão, também não cristã, o culpado pelo mal seria o próprio homem. Percebemos isso claramente nesse novo ecologismo, que exalta o ambiente, mas coloca o homem como um intruso. Enquanto católicos, precisamos ficar atentos para não nos deixarmos contaminar por tal pensamento. O intruso é o pecado, e não o ser humano. O “homem é a obra-prima da obra da criação” [7] e vale “mais do que muitos pardais” (Lc 12, 7). É preciso perceber o grande cinismo dos ecologistas que gritam contra a destruição de ovos de tartaruga, mas apoiam o genocídio humano na liberação do aborto ou da eutanásia. Como afirmou o Papa Bento XVI às vésperas do Natal de 2008:

“Os bosques tropicais merecem, certamente, nossa proteção, mas não menos a merece o homem como criatura, na qual está inscrita uma mensagem que não contradiz a nossa liberdade, mas é sua condição” [8].

Que pela intercessão da Santíssima Virgem Maria e dos nossos Santos Anjos da Guarda, o Senhor nos auxilie a valorizar a cada dia mais a sua criação, de modo especial o ser humano.

Que 2013 seja um ano muito abençoado para todos nós!

 

 

[1] CEC (Catecismo da Igreja Católica), n. 349.

[2] CEC, n. 330.

[3] CEC, n. 332-333.

[4] CEC, n. 336.

[5] LEITE, L. C. Padre Pio, crucificado por amor. São Paulo: Edições Loyola, 2001, 3ª edição, p. 56 e 57.

[6] CHESTERTON, G. K. São Tomás de Aquino e São Francisco de Assis. São Paulo: Madras, 2012, p. 28.

[7] CEC, n. 343.

[8] Retirado do discurso do Papa Bento XVI à Cúria Romana em 22 de dezembro de 2008, disponível em: <www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2008/december/documents/hf_ben-xvi_spe_20081222_curia-romana_po.html>.