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E DEIXARÁ A SUA CASA PARA ESTAR COM AQUELE A QUEM AMA – Por Fabiana Theodoro.

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Olá, amigo!

Após a grande experiência de fé vivida no Brasil por três milhões de jovens na Jornada Mundial da Juventude com o Papa Francisco, ainda podemos sentir um clima de paz deixado por nosso Sumo Pontífice. Foi muito bom recebê-lo em nosso meio e poder notar à nossa volta o quanto sua visita já pôde render frutos. Pessoas de outras religiões com faixas declarando seu amor pelo Santo Padre, católicos que se encontravam afastados, voltando para a Igreja e revendo suas vidas, pecadores que se sentiram abraçados e acolhidos pela Igreja na pessoa do Papa, jovens que viram despertar o desejo de consagrar-se ao serviço de Deus e da Igreja. Quantas bênçãos ele nos trouxe, é de fato um servo fiel do Senhor, ungido pelo Espírito Santo, escolhido a dedo por Deus para orientar a Igreja neste momento tão difícil vivido por ela.

Seu amor pelo povo é de fato o que a Igreja tanto precisava para poder evangelizar de forma mais eficaz. Papa Francisco consegue transmitir a verdadeira imagem que a Igreja e seus membros eclesiais devem ter, a imagem da mãe que acolhe, que alimenta, que pega no colo, que abençoa, que educa, que acima de Papa Francisco na JMJ-2013tudo ama e perdoa seus filhos, segundo a imagem de Deus. Abençoado servo da vontade de Deus que um dia disse seu sim ao divino chamado de amor e sem saber o que o futuro lhe reservava, entregou sua vida sem reservas para servir ao outro como havia aprendido com o Mestre Jesus por meio de sua família.

Deus ama a todos os teus filhos e cada filho responde a esse amor de uma forma diferente. Muitos, como já vimos, são chamados a constituírem família, a trabalharem, a viverem normalmente, de acordo com o que nos sugere o Evangelho. Outros são chamados a responder ao amor de Deus de uma forma diferente. São pessoas que não se contentam em viver no mundo apenas, mas que querem dar algo mais para Deus, como os sacerdotes e as religiosas que doam sua vida inteira à Igreja para servirem inteiramente a Deus e aos irmãos sem olhar para o que deixam para trás e que de forma alguma encaram como sacrifício, mas sim como uma prova de amor, assim como no momento do Matrimônio, onde cada noivo deixa sua casa para estar com aquele a quem ama.

Como dizer não a um chamado de amor tão forte, algo que queima tão intensamente e que não cabe na pobre e tão pequena alma humana? Pobres daqueles que são escolhidos por Deus para tal comprometimento, pois jamais serão contentados pelos amores do mundo, afinal, como preencher no coração um lugar que pertence somente a Deus?

A vida consagrada é professar publicamente valores que estão em desuso no Irmãsmundo atual, os conselhos evangélicos (pobreza, castidade e obediência) experimentando assim uma plena liberdade para dedicar-se totalmente ao serviço de Deus em um estado de vida permanente reconhecido pela Igreja [1]. É estar intimamente ligado a Ele, amá-Lo acima de tudo e dedicar sua vida para o bem dos outros acima do seu próprio bem, é doar-se inteiramente sabendo que é amando o outro que se ama também a Ele.

Hoje, há também as Comunidades de Vida e as de Aliança, nas quais não se toma o hábito e a batina, como na consagração tradicional, mas se vive sob as constituições das respectivas comunidades.

Cada Comunidade de Vida possui sua própria constituição que ajuda os seus membros a viverem melhor o discipulado, o apostolado e a busca da perfeita caridade. São pessoas que desejam ser missionários de Cristo, que deixam suas casas para viver com outros irmãos que partilham dos mesmos ideais de servir e trabalhar pelo bem uns dos outros, deixam a vida velha sem olhar para trás, desejam seguir somente a vontade de Deus, sendo assim enviados aonde forem mais necessários.

As Comunidades de Aliança são alternativas para aqueles que se identificam com a constituição e com o carisma de uma comunidade, mas querem continuar vivendo no mundo, continuar sua vida normalmente, mas respeitando e servindo com alegria segundo as regras determinadas por esta comunidade. Você recebe as formações da Comunidade e é chamado a ser missionário no mundo, sem sair do convívio dos seus amigos, da sua família, do seu trabalho.

O chamado de Deus é pessoal, Ele chama a cada um de nós para uma vocação diferente: ser pai, ser mãe, ser filho, ser um leigo consagrado, ser freira, ser Padre, etc. Seja qual for a missão que Ele te confiou, assuma-a com muito amor sem se preocupar com o passado e sem ter medo do futuro. Afinal, o amor supera tudo, mas a culpa e o medo nos paralisam.

O mês de agosto é dedicado às vocações, vamos aproveitá-lo para rezar mais pelas vocações de nossa Igreja, as que já se manifestaram e as que ainda não, as que se concretizaram e as que ainda não. Que o Senhor olhe por todos nós e nos abençoe.

 

CEC 915-945

[1] CEC 944.

JESUS CRISTO NOS TROUXE DEUS – Por Luiz Guilherme de Andrade Menossi.

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Feliz Páscoa a todos! Cheios de alegria pascal reencontramo-nos para aprofundarmos nossa fé no Cristo Ressuscitado.

Seguindo nosso estudo sobre os mistérios da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, voltamo-nos para os mistérios de sua vida pública. Isto porque, confirmando o que meditamos na semana anterior, “toda a vida de Cristo foi um contínuo ensinamento” [1]. E embora a atividade pública de Jesus esteja restringida a um período curto de sua vida, o fato desta ser tomada como conteúdo central dos Evangelhos indica que ela tem muito a nos ensinar sobre Cristo e, consequentemente, sobre o ser cristão.

Não temos tempo hábil para olharmos com pormenores para todos os atos de Jesus. Todavia, nos voltamos, em unidade com o Catecismo, para os grandes momentos de sua vida pública que se inicia com seu Batismo, nas águas do rio Jordão, por São João Batista.

Se por um lado o Batismo se situa na história como o início do anúncio de Jesus, por outro se apresenta como uma importante baliza para compreendermos sua Ícone - Batismo de Jesusverdadeira missão. O batismo pregado por São João era “de conversão para o perdão dos pecados” (Lc 3,3). Quando Jesus, o Filho de Deus, homem “à nossa semelhança, sem todavia pecar” (Hb 4,15) se aproxima para ser batizado, está já naquele momento deixando-se ser contado entre os pecadores. Imergindo e reaparecendo nas águas do rio Jordão, já acena para sua Páscoa: “o batismo é a aceitação da morte pelos pecados da humanidade, e a voz do batismo é já um chamado de atenção para a ressureição” [2]. E esse fato, que é mistério da vida de Cristo, acaba por se tornar também mistério em nossas vidas, como ensina São Gregório Nazianzeno: “Sepultemo-nos com Cristo pelo Batismo, para ressuscitar com Ele” [3].

Também as tentações de Jesus no deserto tornam-se mistério para nossas vidas ao mostrar que todo batizado tem de encarar a realidade da tentação. Mas longe de ser uma notícia ruim, este mistério mostra como, em Cristo, podemos resistir ao Demônio, príncipe deste mundo. E as tentações mostram-nos ainda de que forma Jesus é Messias: “o oposto do que lhe propõe Satanás e que os homens desejam atribuir-lhe” [4]. Ao desprezar o pão, o poder e a riqueza, Jesus deixa claro que Ele não vem até nós para fazer com que esse mundo seja melhor. Sobre isso ensina o Papa Emérito Bento XVI em um dos seus livros:

“O que é que Ele [Jesus] trouxe? E a resposta é dada de um modo muito simples: Deus. Ele nos trouxe Deus” [5].

Quando entendemos que Jesus veio nos trazer Ele mesmo, compreendemos o que Ele diz ao afirmar que “o Reino de Deus está próximo” (Mc 1,15). Como nos diz novamente o Papa Emérito Bento XVI, citando Orígenes: “Jesus mesmo é o ‘Reino’; o Reino não é uma coisa, não é um espaço de domínio como um reino no mundo. É pessoa: o reino é Ele” [6].

E o Reino de Deus pertence aos pobres e aos pequeninos verdadeiramente. Ao Ícone - Sermão da Montanhaviver uma vida pobre, Jesus se une aos que sofrem da pobreza material e de suas mazelas. Cristo, o “Bom Samaritano”, se compadece de todos aqueles que sofrem. Mas como lembra o Catecismo, Ele “identifica-se com os pobres de todos os tipos” [7], incluindo aí os “pobres em espírito”, isto é, os pecadores. E aqui cada um de nós, pecadores que somos, nos unimos mais uma vez aos mistérios da vida de Cristo.

Para propagar o Reino de Deus, ou seja, a si mesmo, Cristo estabelece os doze Apóstolos. São eles que, chefiados por São Pedro, o primeiro Papa, dão início à Igreja de Cristo que é aqui nesta terra “o germe e o começo do Reino de Deus” [8]. Germe do Reino enquanto Igreja Militante, isto é, visível aqui na terra. Mas plenitude do Reino enquanto Igreja Triunfante que, com os anjos e santos nos Céus, já é inteiramente unida a Cristo, constituindo-se como seu Corpo (Cf. 1Cor 12,27).

É esta Igreja, Católica Apostólica Romana, que nos acolhe e nos apresenta o amor de Deus que se manifesta na vinda de Cristo. É ela que nos cumula de alegria ao lembrar que Cristo veio para “libertar os homens da mais grave das escravidões, a do pecado” [9].

Sabemos que as fraquezas e fracassos dessa nossa vida passageira muitas vezes nos desanimam e fazer perder a Esperança. Mas também aí podemos aprender com os mistérios da vida de Cristo. Pois o mesmo Cristo que pareceria derrotado na Cruz, mostrou, na sua Transfiguração, um pouco de sua Glória Divina. Deixou claro que era Filho de Deus, mas que por sua livre vontade, caminharia para Jerusalém para enfrentar a morte e nos salvar. Olhando para seu exemplo, lembramos que “é necessário passar por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus” (At 14, 22).

Que a Santíssima Virgem Maria nos auxilie a vivermos nossa vida pautada na de seu Filho para que, depois da cruz, possamos com Ele ressuscitar para uma vida nova.

 

 

[1] CEC (Catecismo da Igreja Católica), n. 561.

[2] RATZINGER, J. Jesus de Nazaré. São Paulo: Planeta, 2007, p. 34.

[3] CEC, n. 537.

[4] CEC, n. 540.

[5] RATZINGER, J. Jesus de Nazaré. São Paulo: Planeta, 2007, p. 54.

[6] RATZINGER, J. Jesus de Nazaré. São Paulo: Planeta, 2007, p. 59.

[7] CEC, n. 544.

[8] Lumen Gentium, n. 5.

[9] CEC, n. 549.

“DEI-VOS O EXEMPLO, PARA QUE FAÇAIS ASSIM COMO EU FIZ PARA VÓS” (Jo 13, 15) – Por Luiz Guilherme Andrade Menossi.

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Sejam todos bem vindos ao CommunioSCJ. É uma alegria nos encontramos novamente!

Como já refletimos anteriormente, Nosso Senhor Jesus Cristo é o centro da revelação cristã. Crendo nisso, não podemos nos furtar de olhar com profunda atenção para a sua vida sobre a terra. Iluminados pelos grandes mistérios e sua Encarnação e de sua Páscoa, percebemos que toda a sua vida humana é “sacramento, isto é, o sinal e instrumento de sua divindade e da salvação que ele traz” [1]. Para isso foram escritos os Evangelhos: “para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome” (Jo 20, 31).

A vida de Cristo na terra tem múltiplas funções, como nos ensina o Catecismo. Ela é Ícone - CrucificaçãoRevelação o Pai e o que Ele deseja de cada um de nós, é Redenção dos nossos pecados e proporciona ainda a Recapitulação de nossa natureza humana decaída [2]. Sobretudo, “Tudo o que Cristo viveu foi para que pudéssemos vive-lo nele e para que Ele o vivesse em nós” [3]. Convida-nos a uma comunhão profunda onde vivamos por Ele, com Ele e nele.

Para que nossa vida seja comunhão com a de Cristo, é preciso que Ele seja verdadeiramente o nosso modelo. É preciso colocar em prática o mandato que nos deixa na Santa Ceia: “Dei-vos o exemplo, para que façais assim como eu fiz para vós” (Jo 13, 15). Porque se Cristo é o Filho amado no qual o Pai tem seu pleno agrado (Cf. Lc 3, 22) temos que ter consciência de que “as pessoas do agrado são aquelas que têm o comportamento do Filho” [4]. Não que Deus espere que tenhamos a capacidade de sermos perfeitos como o Filho. É que, através da ação do Espírito Santo, “o modo de agir de Jesus torna-se nosso, porque é Ele mesmo que age em nós” [5].

Agora, permitir a ação de Cristo em nossa vida é um projeto, mais que isso, uma luta, para a existência toda. Só é possível à medida que nos abrimos corajosamente a Deus através da oração e dos sacramentos, e à medida que descobrimos como Cristo viveu sua humanidade. Para a última atitude, têm grande valor a leitura das Sagradas Escrituras, especialmente os Evangelhos, e a meditação do Rosário. Diante dos mistérios da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, pautamos a nossa própria existência e aumentamos nossa comunhão com Ele.

E que não queiramos nos deter apenas nos prodígios e milagres: toda a vida de Ícone - Apresentação de Jesus no Templo (Séc. XII)Cristo é mistério, inclusive sua infância. Nascimento, apresentação no templo, visitação dos reis magos, fuga para o Egito, todos esses mistérios nos comunicam a vontade do Pai, nos redimem e acabam se tornando presentes em nossas vidas. Dentro dessa consciência, até a vida oculta de Jesus, que costuma suscitar a curiosidade de muitos, tem algo a nos dizer. Ou não é belo o fato de que a maior parte de Sua vida se deu no anonimato, na simplicidade, na família, no trabalho cotidiano, da mesma forma que as nossas? Isso revela que o Pai valoriza a vida simples que a maioria de nós vive; que através dela Ele nos redime; e que através dela Ele se faz um conosco.

Que o Tríduo Pascal que viveremos nesta semana permita que a nossa comunhão com Cristo aumente ainda mais. Uma santa e feliz Páscoa a todos!

 

 

[1] CEC (Catecismo da Igreja Católica), n. 515.

[2] Cf. CEC, n. 516 a 518.

[3] CEC, n. 521.

[4] RATZINGER, J. A Infância de Jesus. São Paulo: Planeta, 2012, p. 66.

[5] RATZINGER, J. Jesus de Nazaré – Da entrada em Jerusalém até a Ressureição. São Paulo: Planeta, 2011, p. 67.

O PAI NOS VÊ, ISSO BASTA – Por Fr. Lucas, scj.

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Vivat Cor Iesu,

Per Cor Mariae!

Caros irmãos e irmãs do CommunioSCJ, sejam, como sempre, bem vindos! Seguindo nosso caminho com o Catecismo da Igreja Católica, conforme proposto pelo Santo Padre, o Papa emérito Bento XVI, para o Ano da Fé, passamos aos mistérios da vida de nosso Senhor Jesus Cristo. Providencialmente, ao mesmo tempo, chegamos à Semana Santa, ápice do Ano Litúrgico. Nela, a liturgia e a devoção popular impulsionam nosso coração na mesma direção: olhamos Jesus Cristo, Deus e homem, e vemos nele nosso Senhor, salvador e modelo.

O Catecismo, citando a Gaudium et Spes [1], afirma que Jesus Cristo “é ‘o homem perfeito’ que nos convida a tomar-nos seus discípulos e a segui-lo” [2]. Num mundo Ícone - Jesus Cristo_01que quer humanizar-se rebelando-se contra Deus e a Sua Lei inscrita na natureza, é imprescindível que saibamos com convicção que, para sermos melhores pessoas, precisamos ficar mais parecidos com Cristo e não nos afastarmos dele. Em outras palavras, ser cristão, seguir a Cristo tornando-nos seus discípulos e missionários, não contradiz nossa natureza, mas, pelo contrário, é encontrar a resposta plena para os anseios mais profundos de nosso coração.

E, sendo Jesus Cristo nosso modelo de humanidade, quero chamar a atenção para um aspecto que, por vezes, passa despercebido: “durante a maior parte de sua vida, Jesus compartilhou a condição da imensa maioria dos homens: uma vida cotidiana. Sem grandeza aparente, vida de trabalho manual, vida religiosa judaica submetida à Lei de Deus, vida na comunidade” [3].

Meus irmãos e minhas irmãs, muita atenção: Jesus Cristo viveu trinta dos seus trinta e três anos aqui nesta terra numa vida simples, humilde e escondida; de obediência ao Pai na submissão a José e Maria, de trabalho manual e convivência na família e na comunidade de Nazaré. O Filho de Deus, Um da Trindade beatíssima, na maior parte de sua vida, viveu como qualquer um de nós: anonimamente. A mim, trata-se de um sinal muito claro: o Pai nos vê. E isso basta.

Hoje, há muita gente querendo ser especial, querendo ser conhecida e reconhecida Ícone ortodoxo - Jesus Cristopor outras pessoas. Pois, o que ganha, aparentemente, uma mãe que cuida de seu lar por anos a fio? Qual a vantagem de um pai que doa sua força todos os dias para trazer para casa o pão com o suor de seu rosto? Por que perseverar na busca pelo bem e combate ao mal se ninguém, ao menos, se mostra agradecido? O Pai nos vê, isso basta.

Se hoje fosse o dia de nossa morte, de que nos adiantaria fama e dinheiro? Com o perdão da palavra, a fama pela fama é nojenta. Numa sociedade louca como a nossa, capaz de se expor ao ridículo de um BBB, simplesmente para ter fama e dinheiro, é muito fácil perceber que não vale a pena. Se para conseguir fama e dinheiro é preciso tornar-se semelhante a animais de zoológico, então é melhor viver no escondimento, pois esse tipo de fama é justamente o fracasso da vida.

Não… A degradação não é o caminho da felicidade. Pois felicidade é realização. Nesta perspectiva, há mais sucesso em humanidade no combate cotidiano que dura uma vida toda a serviço do bem e da família – esforço por ninguém visto e cujo fruto talvez não colhamos nesta vida – do que cinco minutos de fama por aparecer na TV. Aliás, o mínimo indispensável que podemos fazer é não aplaudir esse tipo de coisa. A TV não tem vontade. O computador, também não. Deveriam eles ser controlados por nós.

Que a santíssima Virgem Maria nos ilumine no caminho de uma vida escondida aos olhos dos homens, mas vivida na presença do Pai que na docilidade de nosso coração nos faz, pelo Espírito, a cada dia, mais parecidos com nosso Senhor Jesus Cristo.

Uma excelente Semana Santa a todos. Até logo.

 

 

[1] Cf. GS 38.

[2] CEC 520.

[3] CEC 531.